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	<title> &#187; Regina Volpato</title>
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		<title>A pessoa certa,   Álvaro Alves de Faria</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 22:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[A pessoa certaAutor: Álvaro Alves de Faria A pessoa certa atravessa a rua com seu terno branco gravata de seda italiana. A pessoa certa executiva de si mesma atravessa a praça com sapatos pretos meias de náilon norte-americanas. A pessoa certa entra no prédio recolhe dinheiro cola na pasta pega o elevador. A pessoa certa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="3"><strong>A pessoa certa</strong></font><br /><font face="Arial" size="2">Autor: Álvaro Alves de Faria</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
A pessoa certa atravessa<br />
a rua com seu terno branco<br />
gravata de seda italiana.<br />
A pessoa certa<br />
executiva de si mesma<br />
atravessa a praça<br />
com sapatos pretos<br />
meias de náilon norte-americanas.<br />
A pessoa certa entra no prédio<br />
recolhe dinheiro<br />
cola na pasta<br />
pega o elevador.<br />
A pessoa certa<br />
atravessa o hall<br />
chega à porta giratória.<br />
A pessoa certa<br />
põe o pé na calçada<br />
e cai fulminada<br />
sem saber por quê.</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br /><b><br />
Sobre o autor:</b><br />
Poeta e jornalista paulistano, nascido em 1942, Álvaro Alves de Faria publicou seu primeiro livro, Noturno Maior, em 1963. Mais informações <a href="http://www.alvaroalvesdefaria.com/#"> aqui! </a> </p>
<p></p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As cores das flores</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2012/01/27/as-cores-das-flores/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2012/01/27/as-cores-das-flores/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><center></p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/s6NNOeiQpPM?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p></center></p>
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</p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Além do horizonte, com Nara Leão</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2012/01/19/alem-do-horizonte-com-nara-leao/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2012/01/19/alem-do-horizonte-com-nara-leao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 20:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[19 de janeiro de 1942 Nasce em Vitória, capital do Espírito Santo, Nara Lofego Leão. Nara era a segunda filha do casamento entre Dr. Jairo Leão, advogado, e Altina Lofego Leão, professora. Sua irmã mais velha era Danuza Lofego Leão. Saiba mais: Nara Leão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
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<p>
</p>
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<p><center></p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/lpaSeJyNK0c?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p></center></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"> <b><br />
19 de janeiro de 1942 </b><br />
Nasce em Vitória, capital do Espírito Santo, Nara Lofego Leão. <br /> Nara era a segunda filha do casamento entre Dr. Jairo Leão, advogado, e Altina Lofego Leão, professora. Sua irmã mais velha era Danuza Lofego Leão.</p>
<p>Saiba mais: <a href="http://www.naraleao.com.br/index.php">Nara Leão</a><br />
</font face="Arial" size="2"></p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Deixe acontecer,  pelo menos de vez em quando</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2012/01/06/deixe-acontecer-pelo-menos-de-vez-em-quando/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2012/01/06/deixe-acontecer-pelo-menos-de-vez-em-quando/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Pare de querer controlar tudoQue tal parar de querer controlar tudo o que acontece ao seu redor e soltar as rédeas da sua vida?Lianae Alves O preço do controle é a eterna vigilância. E esse estado de atenção tenso e preocupado causa um enorme desgaste emocional. Uma vida assim engessada também pode ficar cinza e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="4"><b><center>Pare de querer controlar tudo</b></font face="Arial" size="4"></center><font face="Arial" size="3"><center>Que tal parar de querer controlar tudo o que acontece ao seu redor <br /> e soltar as rédeas da sua vida?</font face="Arial" size="3"></center><font face="Arial" size="1"></b><center>Lianae Alves<br /></center></font face="Arial" size="1"></p>
<p><center><br />
<a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=desordem_ed_104_01.jpg" title="desordem ed 104 01"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/desordem_ed_104_01.jpg" class="pp_image" alt="desordem ed 104 01" width="450" height="227" /></a><br />
</center><br />
</p>
<p><p>
<br />
<font face="Arial" size="2"></p>
<p>O preço do controle é a eterna vigilância. E esse estado de atenção tenso e preocupado causa um enorme desgaste emocional. Uma vida assim engessada também pode ficar cinza e monótona, e se tornar um grande convite à depressão e ao desânimo.</p>
<p>Para o controlador, não há espaço para que as coisas se modifiquem. Nem criatividade para buscar novas soluções diante do inesperado. Segundo a psicoterapeuta Irene Cardotti, &#8220;o controle vivenciado dessa maneira, rígida, férrea, está baseado apenas no desejo de manipular pessoas e situações em nosso próprio benefício&#8221;, avalia a psicoterapeuta Irene Cardotti.</p>
<p>Uma boa maneira de se deter é enxergar nas atitudes de uma pessoa próxima o próprio jeito de ser e reagir. Enxergar as manias, o amor a detalhes, o perfeccionismo e a eterna tensão num outro controlador ajuda a nos conscientizar de nossas próprias características. A aparência física também dá pistas preciosas: músculos tensos e rígidos, peito projetado para a frente, maxilar travado ou corpo muito denso podem igualmente indicar sinais de um controlador contumaz, avalia Irene, que também é especialista em bioenergética.</p>
<p>Mas por que será que somos assim?</p>
<p>Duas emoções básicas movem o comportamento humano: o medo da dor e o prazer. E elas também alicerçam o nosso desejo de controlar. &#8220;Queremos manipular por medo de que as coisas fujam do nosso controle e nos causem sofrimento. O que não percebemos é que esse desejo nos aflige tanto ou mais do que o sofrimento que teríamos se deixássemos as coisas tomarem seu próprio rumo&#8221;, diz Irene.</p>
<p>Ao mesmo tempo, desde os primórdios da psicanálise, seu criador, Sigmund Freud, afirmava que o controle também tinha a ver com o prazer em exercer poder. E alguém que domina e controla uma situação pode obter muita satisfação com isso.</p>
<p>A questão é que essa sensação que nos alivia se baseia numa ilusão: a de que realmente conseguimos controlar a vida. A existência, porém, se revela bem mais indomável e resistente do que podemos imaginar.</p>
<p><center><br />
<a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=desordem_ed_104_02.jpg" title="desordem ed 104 02"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/desordem_ed_104_02.jpg" class="pp_image" alt="desordem ed 104 02" width="450" height="227" /></a><br />
</center></p>
<p>
</p>
<p>O jogo do acaso</p>
<p>É possível que estejamos sob o jugo de forças e leis capazes de tirar o controle de nossas mãos, especialmente quando não as conhecemos direito. &#8220;Acredito que seja importante planejar a vida, se o fizermos de olhos bem abertos. Devemos identificar e agradecer a sorte que temos e reconhecer os eventos aleatórios que contribuem para o nosso sucesso&#8221;, diz o professor e matemático norte-americano Leonard Mlodinow, que escreveu um livro, O Andar do Bêbado, onde analisa algumas das leis pouco conhecidas que atuam na nossa vida, como a da aleatoriedade.</p>
<p>Se engessamos a existência na maneira como achamos que as coisas devem acontecer, diminuímos as chances da aleatoriedade, ou o acaso, se manifestar &#8211; uma perda lastimável, de acordo com Mlodinow. &#8220;Acho que o universo é bem mais criativo do que eu. Planejo, organizo, faço cálculos mas, se observo uma mudança de rumo, não a descarto imediatamente. Primeiro vejo se o quadro geral pode se beneficiar com ela. O engraçado é que na maioria dos casos a interferência se revela positiva&#8221;, afirma o analista de sistemas Celso Ayres.</p>
<p>Outra lei que é a maior casca de banana em nossos desejos de manipulação é a polêmica Lei de Murphy. Pode anotar no seu caderninho: quando o controle é excessivo, o tiro sai pela culatra.</p>
<p>Perdemos a sabedoria de que existe o momento de assumir responsabilidades, planejar, organizar e realizar. Mas que também pode haver outros para soltar as rédeas, relaxar, criar e aprender com o que se apresenta. E que é saudável ter essa possibilidade bem presente e viva nas nossas escolhas e decisões. Deixe acontecer &#8211; pelo menos de vez em quando, claro.</p>
<p></p>
<p>
<p><p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"><br />
Conteúdo do site Vida Simples em<br />
<a href="http://mdemulher.abril.com.br/">&#8220;mde mulher&#8221;</a><br />
</font face="Arial" size="2"></p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Férias! Agora é pra valer&#8230;</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/12/17/ferias-agora-e-pra-valer/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/12/17/ferias-agora-e-pra-valer/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 13:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponte Amores, agora sim: encerrei ontem as atividades profissionais. Viajo amanhã e estarei de volta no comecinho de 2012. Tenho muito a agradecer por este ano! Mais uma vez, sou muito grata à companhia e ao carinho de vocês. E repito: o que seria de mim sem o apoio que recebo aqui? Desejo que 2012 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
</p>
<p>
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<p>
</p>
<p><center><br />
<font face="Arial" size="3"><b><br />
Ponte<br />
</font face="Arial" size="3"></b></center></p>
<p><center></p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/QsCUCtlOdW4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p></center></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"><br />
Amores,</p>
<p>agora sim: encerrei ontem as atividades profissionais. Viajo amanhã e estarei de volta no comecinho de 2012. Tenho muito a agradecer por este ano! Mais uma vez, sou muito grata à companhia e ao carinho de vocês. E repito: o que seria de mim sem o apoio que recebo aqui? </p>
<p>Desejo que 2012 seja um ano de saúde, boas surpresas, aprendizado, realizações e que a nossa jornada também seja uma experiência prazerosa e divertida.</p>
<p>Amo vocês!</p>
<p>Regina </p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Férias!</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/12/08/ferias/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/12/08/ferias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 20:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: NASA Amores, Ficarei fora por uns dias. Estarei de volta logo no comecinho de 2012. Boas Festas para vocês!!!! Beijos e até a volta, Regina URGENTE Vocês não vão acreditar! Eu fiz este post para ser publicado só na semana que vem, quando sairei de férias. Mas ontem, meio &#8216;grógue&#8217; por causa do remédio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
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<font face="Arial" size="2"></p>
<p><center><br />
<a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=NASA.jpeg" title="NASA"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/NASA.jpeg" class="pp_image" alt="NASA" width="450" height="300" /></a><br />
Foto: NASA</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>Amores,<br />
Ficarei fora por uns dias.<br />
Estarei de volta logo no comecinho de 2012.<br />
Boas Festas para vocês!!!!<br />
Beijos e até a volta,<br />
Regina</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<b><br />
URGENTE<br />
Vocês não vão acreditar!<br />
Eu fiz este post para ser publicado só na semana que vem, quando sairei de férias.<br />
 Mas ontem, meio &#8216;grógue&#8217; por causa do remédio para a conjuntivite, me atrapalhei e publiquei. O pior: não me lembrava!!!! Só me dei conta agora!!!!!!!!! Socorro!!!!!! rs rs rs<br />
</p>
<p>
Até dia 16/12 continuo na área: aqui, na tv e etc&#8230;</p>
<p>
<br />
Mais um tópico para a coleção de deslizes&#8230; rs rs </p>
<p>
</p>
<p></b><br />
</center><br />
<font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Imperfeita:  ontem, hoje e sempre</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/12/02/imperfeita-ontem-hoje-e-sempre/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/12/02/imperfeita-ontem-hoje-e-sempre/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 14:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Imperfeita: ontem, hoje e sempre Há apenas alguns meses trabalhando ao vivo na TV o que me chama a atenção é o tanto que se valoriza “o que não dá certo”. Boas entrevistas, convidados interessantes, conversas um pouco mais profundas têm repercussão muito menor do que os deslizes. Acho curioso porque na minha opinião, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
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<p>
</p>
<p>
<center><br />
<font face="Arial" size="3"><strong>Imperfeita: ontem, hoje e sempre</strong></font><br /></center></b><br />
<font face="Arial" size="2"></p>
<p></p>
<p>
</p>
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</p>
<p>
</p>
<p>
Há apenas alguns meses trabalhando ao vivo na TV o que me chama a atenção é o tanto que se valoriza “o que não dá certo”. Boas entrevistas, convidados interessantes, conversas um pouco mais profundas têm repercussão muito menor do que os deslizes. Acho curioso porque na minha opinião, é justamente neste momento que a Vida se faz presente. É quando o roteiro falha que a Vida acontece de fato. “O que não dá certo”, o que não estava previsto e, portanto, o que é espontâneo é a graça da coisa. É aí que Vida se manifesta. “O que não dá certo” pode ser entendido como a única parte que deu certo, que é real. Que aconteceu porque tinha que acontecer. Sem respeitar determinações prévias. </p>
<p>A Vida quase nunca segue o script que desejamos. A todo momento nos vemos às voltas com o imprevisto, com “o que não dá certo”. Isso nos obriga a desenvolver a criatividade quando se busca uma vivência saudável. São os momentos em que nos superamos e somos obrigados a nos curvar frente a força dos acontecimentos. Observando a importância que se dão às nossas ‘gafes’ no programa Manhã Maior, exibido pela Rede TV! diariamente das 9 às 11 da manhã, vejo como os imprevistos e, portanto a Vida, podem assustar. Talvez a falsa ilusão de não saber contornar a situação possa desencadear um comportamento controlador e rígido. Consigo e com os outros. Talvez&#8230; não sou estudiosa no assunto. Sou só uma jornalista pensando. </p>
<p>Há muito tempo desisti de ser divina. Após muitas lágrimas e sessões de terapia consegui incorporar minha porção barro. Foi uma vitória e tanto! Um passaporte para minha liberdade. Sinto que assumir minha porção humana, que erra, esquece, confunde, pode soar como afronta. Paciência. Vivo melhor assim. Não sou perfeita. Nunca fui. Aproveito o embalo para dizer, também, que nunca fui santa.</p>
<p>Tenho medo de quem acredita/quer ser perfeito. Teve uma época em que eu tentava ser. Foi um desastre. Infelicidade total. Com 43 anos começo a desfrutar de alguma sabedoria recolhida durante minha existência. Uma delas? Ter a coragem de admitir que sei o que eu sempre soube. Que sou imperfeita e inacabada. Em constante transformação. A Regina de hoje não é a de ontem. Nem a de amanhã.</p>
<p>Tenho medo de quem não tem compaixão. Tenho medo de perder a saúde. De governo desorganizado. Medo de mim, quando fico furiosa. Das más intenções. De quem não tem bom humor. Não me assusta errar. Acho engraçado, consigo rir de mim mesma com facilidade. Também não tenho vergonha de ser espontânea. Desprendida. De ter rugas. Não tenho medo de ter medo. Não tenho medo de viver desarmada. Aposto na minha sensatez. E adoro quando me permito ser um pouco insensata. Perfeição? Isso para mim é ser escravo; cristalizado. É morte em vida.</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
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<b><br />
</p>
<p>
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<p>
</p>
<p>
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<p></b><br />
<font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O essencial é saber ver&#8230;  por Alberto Caeiro</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/11/16/o-essencial-e-saber-ver-por-alberto-caeiro/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/11/16/o-essencial-e-saber-ver-por-alberto-caeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 18:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reginavolpato.com.br/blog/?p=1968</guid>
		<description><![CDATA[O essencial é saber ver&#8230;Alberto Caeiro O essencial é saber ver, mas isso, triste de nós que trazemos a alma vestida, isso exige um estudo profundo, aprendizagem de desaprender. Eu procuro despir-me do que aprendi, eu procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="3"><strong> O essencial é saber ver&#8230;</strong></font><br /><font face="Arial" size="2">Alberto Caeiro</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
O essencial é saber ver, <br />
mas isso, triste de nós que trazemos a alma vestida,<br />
isso exige um estudo profundo,<br />
aprendizagem de desaprender. <br />
Eu procuro despir-me do que aprendi, <br />
eu procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram <br />
e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, <br />
desembrulhar-me <br />
e ser eu.</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<b><br />
<center><br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6sLN8Ez5q6E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
</center></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br />
Alberto Caeiro:</b><br />
heterônimo de Fernando Pessoa, é considerado como o Mestre Ingênuo de suas múltiplas personalidades poéticas. É ligado à natureza, que despreza e repreende qualquer tipo de pensamento filosófico.</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>Fonte:<a href="http://tvcultura.cmais.com.br/provocacoes/"> Programa Provocações. </a> </p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Elefante,  por Carlos Drummond de Andrade</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/29/o-elefante-por-carlos-drummond-de-andrade/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/29/o-elefante-por-carlos-drummond-de-andrade/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 11:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[O ElefanteCarlos Drummond de Andrade Fabrico um elefante de meus poucos recursos. Um tanto de madeira tirado a velhos móveis talvez lhe dê apoio. E o encho de algodão, de paina, de doçura. A cola vai fixar suas orelhas pensas. A tromba se enovela, é a parte mais feliz de sua arquitetura. Mas há também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="3"><strong>O Elefante</strong></font><br /><font face="Arial" size="2">Carlos Drummond de Andrade</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>Fabrico um elefante<br />
de meus poucos recursos.<br />
Um tanto de madeira<br />
tirado a velhos móveis<br />
talvez lhe dê apoio.<br />
E o encho de algodão,<br />
de paina, de doçura.<br />
A cola vai fixar<br />
suas orelhas pensas.<br />
A tromba se enovela,<br />
é a parte mais feliz<br />
de sua arquitetura.</p>
<p>Mas há também as presas,<br />
dessa matéria pura<br />
que não sei figurar.<br />
Tão alva essa riqueza<br />
a espojar-se nos circos<br />
sem perda ou corrupção.<br />
E há por fim os olhos,<br />
onde se deposita<br />
a parte do elefante<br />
mais fluida e permanente,<br />
alheia a toda fraude.</p>
<p>Eis o meu pobre elefante<br />
pronto para sair<br />
à procura de amigos<br />
num mundo enfastiado<br />
que já não crê em bichos<br />
e duvida das coisas.<br />
Ei-lo, massa imponente<br />
e frágil, que se abana<br />
e move lentamente<br />
a pele costurada<br />
onde há flores de pano<br />
e nuvens, alusões<br />
a um mundo mais poético<br />
onde o amor reagrupa<br />
as formas naturais.</p>
<p>Vai o meu elefante<br />
pela rua povoada,<br />
mas não o querem ver<br />
nem mesmo para rir<br />
da cauda que ameaça<br />
deixá-lo ir sozinho.</p>
<p>É todo graça, embora<br />
as pernas não ajudem<br />
e seu ventre balofo<br />
se arrisque a desabar<br />
ao mais leve empurrão.<br />
Mostra com elegância<br />
sua mínima vida,<br />
e não há cidade<br />
alma que se disponha<br />
a recolher em si<br />
desse corpo sensível<br />
a fugitiva imagem,<br />
o passo desastrado<br />
mas faminto e tocante.</p>
<p>Mas faminto de seres<br />
e situações patéticas,<br />
de encontros ao luar<br />
no mais profundo oceano,<br />
sob a raiz das árvores<br />
ou no seio das conchas,<br />
de luzes que não cegam<br />
e brilham através<br />
dos troncos mais espessos.<br />
Esse passo que vai<br />
sem esmagar as plantas<br />
no campo de batalha,<br />
à procura de sítios,<br />
segredos, episódios<br />
não contados em livro,<br />
de que apenas o vento,<br />
as folhas, a formiga<br />
reconhecem o talhe,<br />
mas que os homens ignoram,<br />
pois só ousam mostrar-se<br />
sob a paz das cortinas<br />
à pálpebra cerrada.</p>
<p>E já tarde da noite<br />
volta meu elefante,<br />
mas volta fatigado,<br />
as patas vacilantes<br />
se desmancham no pó.<br />
Ele não encontrou<br />
o de que carecia,<br />
o de que carecemos,<br />
eu e meu elefante,<br />
em que amo disfarçar-me.<br />
Exausto de pesquisa,<br />
caiu-lhe o vasto engenho<br />
como simples papel.<br />
A cola se dissolve<br />
e todo o seu conteúdo<br />
de perdão, de carícia,<br />
de pluma, de algodão,<br />
jorra sobre o tapete,<br />
qual mito desmontado.<br />
Amanhã recomeço.</p>
<p>Carlos Drummond de Andrade<br />
(Em A Rosa do Povo)<br />
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<center><br />
<a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=001_vertical_azul_2.jpg" title="001 vertical azul 2"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/001_vertical_azul_2.jpg" class="pp_image" alt="001 vertical azul 2" width="425" height="268" /></a><br />
Saiba mais<a href="http://diadrummond.ims.uol.com.br/"> AQUI! </a><br />
</center></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sequência &#8220;Poema Preso&#8221; (Viviane Mosé)</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/16/sequencia-poema-preso-viviane-mose/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/16/sequencia-poema-preso-viviane-mose/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 15:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reginavolpato.com.br/blog/?p=1908</guid>
		<description><![CDATA[De Viviane Mosé: Sequência &#8220;Poema Preso&#8221; muitas doenças que as pessoas têm são poemas presos abscessos, tumores, nódulos, pedras são palavras calcificadas poemas sem vazão mesmo cravos pretos espinhas cabelo encravado prisão de ventre poderia um dia ter sido poema pessoas às vezes adoecem de gostar de palavra presa palavra boa é palavra líquida escorrendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
<font face="Arial" size="2"><br />
De</p>
<p><a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=viviane_mose_1.jpg" title="viviane mose 1"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/viviane_mose_1.jpg" class="pp_image" alt="viviane mose 1" width="141" height="115" /></a><br />
Viviane Mosé:</p>
<p> </font face="Arial" size="2"><br />
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="3"><strong>Sequência &#8220;Poema Preso&#8221;</strong></font><br />
<br /><font face="Arial" size="2"></p>
<p>muitas doenças que as pessoas têm são<br />
poemas presos<br />
abscessos, tumores, nódulos, pedras são<br />
palavras<br />
calcificadas<br />
poemas sem vazão<br />
<br />
mesmo cravos pretos espinhas cabelo<br />
encravado<br />
prisão de ventre poderia um dia ter sido<br />
poema<br />
<br />
pessoas às vezes adoecem de gostar de palavra<br />
presa<br />
palavra boa é palavra líquida<br />
escorrendo em estado de lágrima<br />
<br />
lágrima é dor derretida<br />
dor endurecida é tumor<br />
lágrima é alegria derretida<br />
alegria endurecida é tumor<br />
lágrima é raiva derretida<br />
raiva endurecida é tumor<br />
lágrima é pessoa derretida<br />
pessoa endurecida é tumor<br />
tempo endurecido é tumor<br />
tempo derretido é poema<br />
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
Fonte: <a href="http://www.vivianemose.com.br/"> Viviane Mosé </a></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><center> *********************** </center></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br /><center><br />
<a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=venustransit_cortner_900.jpg" title="venustransit cortner 900"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/venustransit_cortner_900.jpg" class="pp_image" alt="venustransit cortner 900" width="450" height="375" /></a><br />
Sol e Vênus<br />Foto: <a href="http://apod.gsfc.nasa.gov:80/apod/astropix.html"> NASA </a><br />
</center></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/16/sequencia-poema-preso-viviane-mose/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Convite (José Paulo Paes)</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/12/convite-jose-paulo-paes/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/12/convite-jose-paulo-paes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 21:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reginavolpato.com.br/blog/?p=1894</guid>
		<description><![CDATA[De José Paulo Paes: Convite Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio,pião de tanto brincar se gastam. As palavras não: quanto mais se brinca com elas mais novas ficam. Como a água do rio que é água sempre nova. Como cada dia que é sempre um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
<font face="Arial" size="2"><br />
De</p>
<p><a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=josepaulopaes.jpg" title="josepaulopaes"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/josepaulopaes.jpg" class="pp_image" alt="josepaulopaes" width="150" height="224" /></a></p>
<p>José Paulo Paes:</p>
<p> </font face="Arial" size="2"><br />
</p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="3"><strong>Convite</strong></font><br />
<br /><font face="Arial" size="2"></p>
<p>Poesia<br />
é brincar com palavras<br />
como se brinca<br />
com bola, papagaio, pião.</p>
<p>Só que<br />
bola, papagaio,pião<br />
de tanto brincar<br />
se gastam.</p>
<p>As palavras não:<br />
quanto mais se brinca<br />
com elas<br />
mais novas ficam.</p>
<p>Como a água do rio<br />
que é água sempre nova.</p>
<p>Como cada dia<br />
que é sempre um novo dia.</p>
<p>Vamos brincar de poesia?<br />
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Paulo_Paes"> José Paulo Paes </a></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/10/12/convite-jose-paulo-paes/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma grande lição,  por Roberto Rodriges</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/09/25/uma-grande-licao-por-roberto-rodriges/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/09/25/uma-grande-licao-por-roberto-rodriges/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 17:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reginavolpato.com.br/blog/?p=1856</guid>
		<description><![CDATA[Uma grande liçãoRoberto Rodrigues A maior riqueza é o tempo que uma pessoa consegue dar a si mesma; o tempo para viver com alegria HÁ POUCOS dias tive a oportunidade de assistir a uma palestra do sr. Nando Parrado, empresário de sucesso do vizinho Uruguai. Parrado é um dos sobreviventes do terrível acidente aéreo ocorrido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="3"><b><center>Uma grande lição</b></font face="Arial" size="3"></center><font face="Arial" size="1"></b><center>Roberto Rodrigues<br /></center><b><font face="Arial" size="2"><center><br />
A maior riqueza é o tempo que uma pessoa consegue dar a si mesma;<br /> o tempo para viver com alegria </center><br />
</b></p>
<p></p>
<p><p>
</p>
<p>HÁ POUCOS dias tive a oportunidade de assistir a uma palestra do sr. Nando Parrado, empresário de sucesso do vizinho Uruguai. Parrado é um dos sobreviventes do terrível acidente aéreo ocorrido há 39 anos, quando uma equipe juvenil uruguaia de rúgbi ia jogar em Santiago do Chile e o avião se chocou contra uma montanha nos Andes, dividindo-se em dois. A parte traseira despedaçou-se no acidente e nenhum de seus ocupantes se salvou. </p>
<p>A parte da frente, por milagre, deslizou por uma longa ravina inclinada na cordilheira, sem bater em nenhuma pedra ou obstáculo, até parar. Era um &#8220;charuto&#8221; cortado ao meio, e, quando parou, tinha 29 sobreviventes e alguns mortos. O palestrante contou que, quando os jovens atletas, com idade média de 18 anos, receberam a informação de que havia algumas vagas no avião, ele correu na frente dos demais e convidou sua mãe e irmã: eram viagem e final de semana gratuitos em Santiago, e Parrado ficou entusiasmado quando ambas, alegremente, aceitaram o convite. As duas morreram no acidente. </p>
<p>Ele tratou do tema com profunda dignidade, sem o menor sensacionalismo. Foi desfiando suas ideias, suas perguntas, suas perplexidades e suas crenças. Assim que o avião parou na ravina, na escura noite andina, em meados de outubro, os jovens tomaram a primeira e fundamental decisão: tapar o buraco traseiro do &#8220;charuto&#8221; que restava do avião, para reduzir o frio e, com isso, sobreviver. Foi a grande iniciativa que lhes permitiu ficar ali dois meses inteiros, esperando o momento de buscar algum tipo de socorro. </p>
<p>Souberam -ouviram no rádio- que depois de dez dias as buscam foram suspensas, porque se considerava impossível que houvesse algum sobrevivente após esse período. Sabiam também que tinham de esperar o melhor período -o verão- para tentar caminhar na neve até encontrar algum socorro. Não tinham roupas para isso -afinal, eram jovens que iam jogar rúgbi e voltar-, e suas chances eram mínimas. Sofreram todo tipo de percalço, inclusive uma avalanche que cobriu o avião e matou mais alguns deles, deixando os 16 restantes ainda mais desamparados. </p>
<p>Em nenhum momento Parrado tratou do conhecido tema da necessidade de se alimentarem dos mortos, fato que, à época, teve grande repercussão. Não, nada disso. Apenas narrou a saga inacreditável: após os dois meses de louca prisão na fuselagem, ele e mais dois amigos saíram em busca de socorro, sabendo do improvável êxito de sua tentativa. Um deles voltou ao final do segundo dia, mas ele e o outro continuaram. Por dez dias, dormindo duas horas por dia para não congelarem, seguiram adiante, até encontrar socorro. </p>
<p>Da fantástica história, algumas conclusões:<br />
1) O amor é o grande motor das ações humanas. Parrado queria voltar por amor ao pai, que supunha desesperado pela perda de toda a família. O amor ao seu pai fê-lo seguir adiante, superando todas as brutais dificuldades. &#8220;Hoje, amo minha família, meus amigos e meus cães. O resto é secundário&#8221;. Amor, amor, amor acima de tudo. </p>
<p>2) Nada acontece depois que a gente morre: tudo continua, igualzinho, para os que ficam. Os bancos continuaram funcionando normalmente, bem como as lojas e tudo o mais: nada mudara, embora ele estivesse hipoteticamente morto. </p>
<p>3) Quando uma decisão tem de ser entre a vida e a morte, prevalecerá sempre a primeira, e com rapidez, sem maiores considerações. </p>
<p>4) A maior riqueza é o tempo que uma pessoa consegue dar a si mesma. O tempo para viver com alegria, para curtir seus amores, para ser gente, e não escravo do relógio ou dos preconceitos. </p>
<p>5) Para que perguntar, por exemplo, por que convidara a mãe e a irmã? Não adianta nada&#8230; Como diz ele: &#8220;sorte; destino?&#8221;<br />
Parece tudo tão claro, tão óbvio!<br />
Mas como é difícil. É tão evidente que o amor é a maior alavanca do mundo, e a liberdade (o tempo) é o maior bem, mas o homem vive desdenhando o amor e consumindo o tempo, envolto em vaidades vãs e em ambições inúteis.</p>
<p></p>
<p>
<p><p>
</p>
<p><b><br />
ROBERTO RODRIGUES, </b> 69, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp e professor do Depto. de Economia Rural da Unesp &#8211; Jaboticabal, foi ministro da Agricultura (governo Lula).</p>
<p></p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>
<br />
Texto publicado em 24/09/2011, pelo jornal Folha de S. Paulo<br />
</p>
<p>
</p>
<p>
</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://sergyovitro.blogspot.com/2011/09/roberto-rodrigues-uma-grande-licao.html">Contúdo Livre</a> </p>
<p>
</p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/09/25/uma-grande-licao-por-roberto-rodriges/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>59</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A epidemia da doença mental,  por Marcia Angell</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/09/17/a-epidemia-da-doenca-mental-por-marcia-angell/</link>
		<comments>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/09/17/a-epidemia-da-doenca-mental-por-marcia-angell/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 22:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reginavolpato.com.br/blog/?p=1818</guid>
		<description><![CDATA[A epidemia da doença mentalMarcia Angell Parece que os americanos estão em meio a uma violenta epidemia de doenças mentais. A quantidade de pessoas incapacitadas por transtornos mentais, e com direito a receber a renda de seguridade suplementar ou o seguro por incapacidade, aumentou quase duas vezes e meia entre 1987 e 2007 – de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
</p>
<p>
<br />
<font face="Arial" size="3"><b><center>A epidemia da doença mental</b></font face="Arial" size="3"></center><font face="Arial" size="2"></b><center>Marcia Angell<br /></center></p>
<p></p>
<p><p>
</p>
<p><center><br />
<a href="http://reginavolpato.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=remedios.jpeg" title="remedios"><img src="http://reginavolpato.com.br/blog/wp-content/photos/remedios.jpeg" class="pp_image" alt="remedios" width="233" height="216" /></a><br />
</center><br />
<font face="Arial" size="2"></p>
<p></p>
<p><p>
</p>
<p>Parece que os americanos estão em meio a uma violenta epidemia de doenças mentais. A quantidade de pessoas incapacitadas por transtornos mentais, e com direito a receber a renda de seguridade suplementar ou o seguro por incapacidade, aumentou quase duas vezes e meia entre 1987 e 2007 – de 1 em cada 184 americanos passou para 1 em 76.<br />
No que se refere às crianças, o número é ainda mais espantoso: um aumento de 35 vezes nas mesmas duas décadas. A doença mental é hoje a principal causa de incapacitação de crianças, bem à frente de deficiências físicas como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down.<br />
Um grande estudo de adultos (selecionados aleatoriamente), patrocinado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, realizado entre 2001 e 2003, descobriu que um percentual assombroso de 46% se encaixava nos critérios estabelecidos pela Associação Americana de Psiquiatria, por ter tido em algum momento de suas vidas pelo menos uma doença mental, entre quatro categorias. </p>
<p></p>
<p>As categorias seriam “transtornos de ansiedade”, que incluem fobias e estresse pós-traumático; “transtornos de humor”, como depressão e transtorno bipolar; “transtornos de controle dos impulsos”, que abrangem problemas de comportamento e de déficit de atenção/hiperatividade; “transtornos causados pelo uso de substâncias”, como o abuso de álcool e drogas. A maioria dos pesquisados se encaixava em mais de um diagnóstico.<br />
O tratamento médico desses transtornos quase sempre implica o uso de drogas psicoativas, os medicamentos que afetam o estado mental. Na verdade, a maioria dos psiquiatras usa apenas remédios no tratamento e encaminha os pacientes para psicólogos ou terapeutas se acha que uma psicoterapia é igualmente necessária. </p>
<p></p>
<p>A substituição da “terapia de conversa” pela das drogas como tratamento majoritário coincide com o surgimento, nas últimas quatro décadas, da teoria de que as doenças mentais são causadas por desequilíbrios químicos no cérebro, que podem ser corrigidos pelo uso de medicamentos. Essa teoria passou a ser amplamente aceita pela mídia e pelo público, bem como pelos médicos, depois que o Prozac chegou ao mercado, em 1987, e foi intensamente divulgado como um corretivo para a deficiência de serotonina no cérebro.<br />
O número de pessoas depressivas tratadas triplicou nos dez anos seguintes e, hoje, cerca de 10% dos americanos com mais de 6 anos de idade tomam antidepressivos. O aumento do uso de drogas para tratar a psicose é ainda mais impressionante. A nova geração de antipsicóticos, como o Risperdal, o Zyprexa e o Seroquel, ultrapassou os redutores do colesterol no topo da lista de remédios mais vendidos nos Estados Unidos. </p>
<p> <a href="http://paulofernandomonteiroferraz.blogspot.com/2011/08/epidemia-da-doenca-mental-marcia-angell.html"> Continua</a>.</p>
<p></p>
<p>
<p><p><b><br />
Marcia Angel:</b><br />
A médica americana Marcia Angell talvez seja capaz de curar dores de cabeça. Mas ela, certamente, tem igual capacidade de causar enxaquecas nos profissionais da indústria farmacêutica. Acadêmica sênior do Departamento de Medicina Social da Universidade de Harvard, Marcia é autora de vários livros e artigos que questionam e cutucam, de dentro para fora, a ética nas áreas da medicina e pesquisa. Ela coloca do avesso questões como o sistema de saúde, tratamento de pacientes terminais e, principalmente, a controversa conduta da indústria farmacêutica. Especialista em medicina interna e anatomia patológica, durante 21 anos Marcia assinou artigos no New England Journal of Medicine, o mais respeitado jornal da área médica e de pesquisa dos Estados Unidos. Deixou o jornal no ano 2000, quando já ocupava o cargo de editora executiva. Grande defensora da ciência e mãe de duas filhas, Marcia, em 1997 ela foi considerada pela revista TIME uma das 25 personalidades mais influentes dos Estados Unidos. Marcia conversou com a Super de sua casa, em Boston.<br />
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<a href="http://www.taniamenai.com/folio2/2006/07/marcia_angell.html"> Aqui</a> entrevista de Marcia Angell.</p>
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<p>Fontes:<br />
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<a href="http://paulofernandomonteiroferraz.blogspot.com">Oficina de Produção Psicanalítica e Leterária</a> </p>
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<p><a href="http://www.taniamenai.com/">tania menai, uma jornalista brasileira em Nova York </a> </p>
<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Felicidade</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/09/10/felicidade/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 20:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[FELICIDADE De Marcelo Jeneci e Chico César Com Marcelo Jeneci e Laura Lavieri Fonte: Site Marcelo Jeneci]]></description>
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FELICIDADE</font face="Arial" size="3"></b><br />
<font face="Arial" size="2">De Marcelo Jeneci e Chico César<br />
Com Marcelo Jeneci e Laura Lavieri </center></p>
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<font face="Arial" size="2"> Fonte: <a href="http://www.marcelojeneci.com.br/site/">Site Marcelo Jeneci</a></p>
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		<title>A juíza dos afetos, Maria Berenice Dias</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 20:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: GayTv]]></description>
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<p><font face="Arial" size="2"> Fonte: <a href="http://site.gaytv.com.br/">GayTv </a></p>
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		<title>A quem interessar possa&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 00:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; quer participar do programa Manhã Maior? Envie um comentário com seu telefone. O número não será publicado, claro! Vou encaminhar para o cadastro da produção e aguarde mais novidades&#8230; Mora fora de São Paulo? Tudo bem. Queremos gente do Brasil todo. E da França. A Rede TV! pode ser vista lá&#8230;]]></description>
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&#8230; quer participar do programa Manhã Maior?</p>
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<p>Envie um comentário com seu telefone. </p>
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<p>O número não será publicado, claro!</p>
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Vou encaminhar para o cadastro da produção e</p>
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<p>aguarde mais novidades&#8230;</p>
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<p>Mora fora de São Paulo?</p>
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<p>Tudo bem. Queremos gente do Brasil todo.</p>
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E da França. A Rede TV! pode ser vista lá&#8230;</p>
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		<title>É nesta quarta-feira&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 01:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; dia 31 de agosto !]]></description>
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		<title>Notícia boa!</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/08/24/noticia-boa/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 20:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[31 de agosto! Quarta-feira! na Rede TV! das 9h às 11 da manhã! Ao vivo! Será minha estreia no programa Manhã Maior! Estou feliz e ansiosa! Espero que vocês gostem!!!!!! Torçam por mim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ,]]></description>
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31 de agosto!</p>
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<p>na Rede TV!</p>
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<p>das 9h às 11 da manhã!</p>
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<p>Ao vivo!</p>
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<p>Será minha estreia no programa Manhã Maior!</p>
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<p>Estou feliz e ansiosa!</p>
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<p>Espero que vocês gostem!!!!!!<br />
Torçam por mim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!<br />
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		</item>
		<item>
		<title>Aurora</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/08/08/aurora/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 12:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Aurora]]></description>
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		<title>ONU: Brasil é referência  no tratamento da AIDS</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/08/01/onu-brasil-e-referencia-no-tratamento-da-aids/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 15:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrente do Bem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reginavolpato.com.br/blog/?p=1676</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: GayTv]]></description>
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<p><font face="Arial" size="2"> Fonte: <a href="http://site.gaytv.com.br/">GayTv </a></p>
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<p><font face="Arial" size="2"></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://reginavolpato.com.br/blog/2011/08/01/onu-brasil-e-referencia-no-tratamento-da-aids/feed/</wfw:commentRss>
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