junho 2010

Monthly Archive

Astronomia e Arte

Posted by on 28 jun 2010 | Tagged as: Corrente do Bem


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A pintura acima, A Noite Estrelada (The Starry Night) produzida por Vincent van Gogh em 1889, foi inspiração para a canção “Starry, Starry Night” de Don McLean.


Você pode ver aqui a letra de “Starry, Starry Night”, com tradução. Abaixo, um vídeo com a música e os trabalhos de van Gogh, incluindo a pintura A Noite Estrelada.



Do blog:

AstroPT, um projeto de astronomia em Portugal.

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Os comentários voltarão as ser moderados
depois do dia 11 de julho.
Beijos,
Regina

Mas que nada

Posted by on 21 jun 2010 | Tagged as: Corrente do Bem

Mas que nada
de Jorge Ben Jor
com Perpetuum Jazzile


Futebol como “chave”
de uma vida saudável

Posted by on 14 jun 2010 | Tagged as: Corrente do Bem


Futebol como “chave” de uma vida saudável

Universidade do Porto integra projeto dinamarquês para investigar
o potencial desta prática desportiva na saúde

Por Carla Sofia Flores

41733 1 A prática de futebol não é direcionada apenas a profissionais, sendo vista como algo que proporciona momentos de lazer e diversão a todos aqueles que gostam de dar uns “toques na bola”. No entanto, um projeto de investigação iniciado na Dinamarca, mas que alberga vários países, inclusive Portugal, pretende ir mais além e averiguar os benefícios do ”desporto rei” em vários campos da saúde.

Neste sentido, a Universidade do Porto (UP), nomeadamente através das faculdades de Desporto (FADEUP) e Medicina (FMUP), vai colaborar com duas investigações que pretendem avaliar a prática de futebol recreativo como meio de combate ao sobrepeso e obesidade de crianças e jovens entre os oito e 18 anos e como meio de diminuição dos fatores de risco de doenças cardiovasculares de indivíduos adultos sedentários do meio empresarial. Continua .

Página Fonte: CiênciaHoje

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Morreu o Premio Nobel da Literatura

José Saramago

18 de Junho de 2010

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Ocidente “made in China”

Posted by on 07 jun 2010 | Tagged as: Corrente do Bem

Ocidente made in China
Clonar os países mais ricos do mundo em seu território. É a mais nova receita chinesa para construir cidades ao gosto das empresas estrangeiras e, mais ainda, dos próprios chineses
por Maurício Horta


Sinos badalam na torre de uma igreja gótica. Mas não são sinos. A melodia vem de alto-falantes instalados lá em cima, com um timbre de secretária eletrônica. Sigo em frente até a curva da viela, onde as únicas pessoas à vista são estátuas de bronze e guardas de segurança vestidos de vermelho. Lá, um prédio de estilo georgiano, do século 18, surge em frente a um outro, vitoriano, do século 19. Dentro deles, nada, apesar das placas “Record Shop – classical jass (sic)”, ou “Public House – open all day – excllent (sic) hot and cold food”. Bate-se nas paredes e, no lugar do som seco do mármore ou do concreto, um ruído oco, redondo, falso. Made in China.
Thames Town fica em Songjiang New City, um município feito para abrigar 300 mil habitantes, construído 30 quilômetros a sudeste do centro de Xangai. Até 2020, 400 novas cidades deverão surgir na China para abrigar 300 milhões de pessoas que deixarão o campo para embarcar na China moderna. Mas Songjiang New City não é para elas. Seguindo a onda de países mais desenvolvidos, as grandes cidades da China estão ganhando cada vez mais subúrbios, para que os novos-ricos locais e os homens de negócio estrangeiros gastem nas calmas periferias as fortunas que ganham no centro.
Nesse país-canteiro-de-obras, onde a indústria da construção civil responde por 7% do PIB, condomínios fechados não bastam – são necessárias novas cidades inteiras. Em 2001, o governo de Xangai lançou o programa One City, Nine Towns (“Uma Cidade, 9 Municípios”) com o objetivo de aliviar a pressão populacional do centro. Nove centros urbanos, com capacidade total de 500 mil habitantes, estão sendo construídos num raio de 40 quilômetros da metrópole à beira do rio Yang Tsé. Agora começam a sair os primeiros. E a China, que já era parque de diversões de arquitetos internacionais, está virando o SimCity dos urbanistas.
SimCity? Ele mesmo: o game em que o jogador planeja e governa cidades. O pessoal envolvido com o projeto trabalha como se estivesse jogando SimCity. Nesse jogo você pode instalar construções famosas, como o Big Ben, a Casa Branca e a Torre Eiffel, nas cidades que constrói. E o projeto One City, Nine Towns segue exatamente essa linha: Songjiang é uma cidade inglesa; Anting, alemã; Luodian, sueca. E assim por diante
Continua

Página fonte: Revista Superinteressante