a D.Cida ficou muito feliz por você ter mandado um beijo para ela.Ela também manda muitos beijos para você,querida.Ela é uma pessoa maravilhosa,simpatisíssima.
Eu tenho sorte,Re;sempre conheço mais pessoas bacanas e de bom coração.
Beijos,amiga e um ótimo final de semana.
Caracaa!
Como passou rápidoo!
Lembro que fiz isso no ano passado, a mesma campanha, mesma idéia.
E nem doeu…rs
MAs o importante mesmo é ter essa consciência não só hoje,mas todo dia nas pequenas atitudes que temos.
O Planeta agradece!
Beijooss pessoas!
Bom fds!
E bora lá!
Ah, e Campos faz aniver amanhã e não hoje. É que eu tava achando que ontem era sábado, então acordei achando hoje era domingo. aff Fiz coisas que só faço no domingo. rs
Ei, nem ía falar, mas tá centralizadinho. rs
Beijos, flor!
Fabi
em 27 mar 2010 às 13h 40m *Helen - 27/03 - Dia do Planeta
Oi Rê,
pois é , hoje é o dia da ajuda coletiva, Dia do Planeta, quem sabe se com a ajuda de todos, conseguiremos fazer um mundo melhor.
Vale a pena tentar, né?
Quanto ao blog, veja que engraçado, a pagina inicial, tudo se encontra centralizado, mas, ao abrir os temas semanais, tudo se encontra normal (exceto esse novo post que ainda está centralizado).
Caso Isabella Nardoni,
acho que todos esperavam a condenação, inclusive o próprio advogado de defesa, uma vez que, pelo que foi passado na mídia, tanto falada quanto escrita fora de pura apelação. Justiça fora feita e como diz o ditado, ela tarda mas não falha.
É isso aí!Todos unidos para mostrar aos governantes do mundo inteiro que se todos nos mobilizarmos somos capazes de provocar grandes mudanças.
=D
Beeijos,Rê!!
I♥U
Muito Bom!!!
Uma bela maneira de mostrarmos que nos importamos com o nosso planeta!!!
Vale lembrar que todos deveos fazer nossa parte.
Um abraço Regina…
Pera que eu tô lembrandro. Sonhei também que a Dai, a Fabi e eu estávamos num lugar com você (Juro!) e você ia preparar nosso almoço. Aí eu dizia “Quar ajuda Rê?”. Foi tãão bom!
vejam o comunicado mais recente que recebi da WWF Brasil:
Notícias da Hora do Planeta desde acampamentos na Namíbia até a Cidade Luz
Número total de países e territórios até o momento: 126
Número total de cidades e municípios até o momento: acima de 4,000
Cidades, vilas e municípios de Namíbia ao Kósovo desligaram as luzes as 20:30 hora local:
Windhoek, Namíbia:
As luzes foram apagadas na Namíbia e os alojamentos no famoso Parque Namib Naukluft no deserto de Namib ficaram no escuro para demonstrar seu apoio, como também fizeram nas instalações do parque nacional Etosha e o jantar foi servido a luz de velas em muitas alojamentos de parques em todo o pais.
Amsterdã, Holanda:
Amsterdã, a capital da Holanda, desligou as luzes na maioria de prédios públicos da cidade inclusive no aeroporto Schiphol, o zoológico Artis e a Arena de Amsterdã. O Hotel Hiltoi Amsterdã, onde há 41 anos em 1969 (29/03) John Lennon e a Yoko Ono ficaram na cama por vários dias em prol da paz, também ficou às escuras para apoiar o gesto da Hora do Planeta.
A Bélgica: Cerca de 300 cidades, municípios e vilas da Bélgica deram seu apoio à Hora do Planeta. Em todo o país, a iluminação das rodovias foi desligada salvo das placas marcando as entradas e saídas e as áreas de emergência.
Em Bruxelas, o famoso e emblemático Atomium desligou a iluminação como também a Prefeitura, a Grand Place e a Eglise Royale Saint-Marie. As instalações do Parlamento e da Comissão Européia, em Bruxelas, que é capital da União Européia, também desligaram as luzes.
Alemanha: a primeira vez do Portal de Brandenburgo
Houve uma participação maior desta vez na Alemanha onde pela primeira vez a iluminação foi apagada daquele rival do Arco do Triunfo de Paris, o Portal de Brandenburgo, em Berlim. Pela primeira vez os dois arcos ficaram no escuro na mesma hora para apoiar uma campanha persistente que quer soluções para a questão das mudanças climáticas. Outros notáveis monumentos alemães que participaram apagando suas luzes foram o Castelo de Heidelberg e o Catedral de Colônia.
“O WWF tem toda razão. Todo mundo pode contribuir de alguma maneira. Eu fico feliz em poder contribuir porque cada contribuição individual faz alguma diferença” disse Roger Cicero, músico alemão de jazz.
República Tcheca: Estréia na Hora do Planeta.
As luzes foram desligadas na cidade Tcheca de Telc com sua praça histórica listada como patrimônio da humanidade pela Unesco, para marcar a primeira participação do país na Hora do Planeta que envolveu25 cidades e vilas em todo o país.
Na segunda maior cidade Brno, a iluminação do do famoso cartão postal, o castelo Špilberk foi desligada.
Suiça: a maioria das grandes cidade na Suíça aderiram e conseguiram uma boa representação de monumentos associados a todos os grupos linguísticos que habitam o país: o catedral de Lausanne e a chafariz Jet d’Eau, em Genebra, alem da prefeitura e catedral de Zurique e os três castelos de Bellinzona’s, também listados como patrimônios.
Espanha: Os organizadores estimam que este ano, seis milhões de pessoas tenham participado na Hora do Planeta na Espanha. Pelo menos 200 cidades ficaram no escuro para mostrar seu apoio para as ações dirigidas às mudanças climáticas e as histórias do evento estão em primeiro plano das notícias durante a noite.
Em Madrid, mais de 2,000 pessoas com velas congregaram no Parque del Retiro, enquanto o som de tambores e musica acústica marcaram o início da Hora. O Palácio Real, o Escorial e Puerta de Alcala ficaram às escuras.
“Madrid estava incrível. Muito mais prédios desligaram as luzes este ano de que em anos anteriores e o impacto visual foi espetacular”, exultou organizador da Hora do Planeta, Miguel A. Valladares.
A Espanha marcou a entrada da Hora do Planeta com uma Corrida para o Planeta que terminou na Puerta de Alcalana na Praça da Independência, em Madrid, um pouco antes da iluminação do monumental portal neoclássico ser desligada. Depois do evento Laura de Morena declarou, “Estou muito orgulhoso por ser um dos primeiros ganhadores da corrida para o planeta. Eu acho que iniciativas deste tipo são necessárias para conscientizar todo mundo em relação à importância do combate às mudanças climáticas. No ano que vem estarei aqui de novo”.
Alguns dos monumentos mais famosos da Espanha desligaram suas luzes mais uma vez devido ao um acordo de parceria com o órgão responsável pelo patrimônio histórico entre eles: os palácios reais em Madrid e outros lugares e o Alhambra de Granada.
O rico tecido da história espanhola e visível também nas mais de 170 cidades e vilas participantes, entre elas Toledo, Cartagena e Sevilha. O renomado diretor de cinema Pedro Almovadar anunciou bem antes que “Mudanças climáticas são o maior ameaça ambiental que nós temos que encarar. Por isto eu pessoalmente, apoio de coração a campanha do WWF ‘Desligue a luz. Ligue a Terra’.”
Portugal: a segunda maior cidade de Portugal, Porto, aderiu à Hora do Planeta pela primeira vez este ano e desligou a iluminação de nada menos que 43 dos seus monumentos.
A capital, Lisboa, a primeira cidade global do país também desligou a iluminação de muitos monumentos entre os quais: o Castelo de São Jorge, a estátua do Marquês de Pombal, o Mosteiro dos Jeronimistas e a Torre de Belém.
A Torre de Belém foi construída para ser uma fortaleza e guarnecer a entrada do porto de Lisboa. Foi o ponto de partida de muitas viagens de descobrimento.
Roma, Itália: o mais famoso chafariz de Roma, a Fontana di Trevi, desligou as luzes durante a Hora do Planeta num apelo por relações mais harmoniosas entre o homem e a natureza.
O chafariz di Trevi tem uma representação do deus Oceanus, o deus de todas as águas, em pé sobre uma concha enorme sendo acompanhado por cavalos. A lenda diz que se você jogar uma moeda sobre seu ombro esquerdo para dentro da água você voltará a Roma.
A cidade eterna, às vezes conhecida como a cidade dos chafarizes, está enfrentando desafios no futuro na medida que a bacia do Mediterrâneo vai secando com o aumento da temperatura global.
Um grito mais alto a favor da Hora do Planeta veio do Coliseu que apelo pela segunda vez por uma abordagem de pão e circo que seja mais sustentável.
Outros monumentos italianos apagaram as luzes inclusive o Palazzo Vecchio na Florença, o Castello Sforzesco em Milão e a Torre de Pisa.
Re, nem quis te zoar, viu?! (A Dai me disse que zoei.)
É difícil pq o São Paulo é “bão” tb, oras.
E é um cRássico, né?!
Foi gol, né?! Uhuuuuu!!! \o/ rs
Boa tarde, Rê!
Meu pai e meu irmão também estão assistindo. Mas eles torcem pelo São Paulo. Meu irmão acabou de desistir de assistir o jogo. Disse não vai ficar gastando o olho assistindo um jogo desse. rs
No primeiro gol do Corinthians ele ja desistiu do jogo. Que tipo de torcedor é esse, né? Corinthiano é que é torcedor de verdade… Sofre, sofre, mas não desiste. rs
Mari,
o que eu fui fazer no teu sonho? Comeeeer!
A Rê fazendo almoço pra gente? Que “dilícia”!
Dona Rê, se você comesse tanto quanto como nos sonhos do povo, estaria lascada. São Silvestre seria pouco, viu?! rs
Re, vc tem manias durante o jogo? rs
Eu tenho dependendo do jogo anterior. (Aprendi com uma amiga)
Se ganhou no anterior, procuro fazer a mesma coisa que eu tava fazendo. Se perdeu no jogo anterior, faço tudo diferente. rs E quando dá certo, digo que GANHAMOS pq eu segui direitinho. rs (cada um faz o que pode pra ajudar. Até macumbinha) rs
Fico rindo de mim mesma. kkkkkkk
em 28 mar 2010 às 17h 36m *Helen - Dá-lhe TIMÃO!!!!
Rê,
o WWf Brasil divulgou os “apagões” de forma mundial, mas, qual a participação do Brasil nisso tudo? De que forma o nosso país contribuiu? Você sabe o que fora apagado nessa campanha?
Beijos e TIMÃO ÊÔ
Re,
Foi uma missão quase impossível, porém consegui me arrumar para uma festa e permanecer com as luzes apagadas.Tudo bem, que o meu batom escuro ultrapassou um tanto a linha da boca…Mas fiquei muito contente! Esse ano, vi mais apartamentos apagados do que no ano passado. Depois
no barzinho onde estava, fizemos uma nova hora do planeta, na verdade minutos, nos quais apagaram-se as luzes e ficamos em alguns grupos,juntos, olhando o céu e com os celulares acessos.
É muito bom desfrutar desse super poder! Que venha 2011!
TIMAOOOOO EOOOOO,TIMAO EOOOOOOO
BRILHA MUITO NO CORINTHIAS!RSRS
O timão ta reforçadooo né Re?jogadores excelentes.
Ganhamos mais uma.
——————————————————
PS:TE AMO REZITA!
Já estou saindo, indo dormir. Fechei tudo no computador – todas as janelas – mas não dá pra sair sem passar aqui antes. Mesmo sabendo que não tem nada de novo. Ô, vício! rs
Só que não estou sozinha, viu? O Reginômetro marca 3 on line.
Não sou a única viciada.
Regina!
Misericórdia….
Eu tb sonhei com você hj.
Estava tendo uma festa na sua casa.
E eu lembro que o seu quarto,tinha um monte de bichinhos de pelúcia.
Foi tão real qdo eu acordei.
Rs,to pirando né?
Bjs!
E por falar no timão, que jogaço hein????
♪ Aqui tem um bando de louco ♪
em 29 mar 2010 às 09h 23m *Helen - Dá-lhe TIMÃO!!!!
Ótimo dia Rê,
aproveite a imagam da NASA hoje, linda para começar uma semana.
Excelente semana,
Beijos
Helen
Olha que interessante a imagem da NASA, Re. Linda! E afastando o mouse da imagem aparece um moço com escudo e espada. Tem uma criatura atrás dele tb, perto da árvore, naquela estrela mais brilhante à esquerda. E tem uma moça à direita de cabeça pra baixo. Parece sentada no céu. Explica? rs (deve está explicando abaixo da foto, mas meu inglês ainda tá fraco, entendi nadinha.)
Hora do Planeta varre o Pacífico – milhões se unem para desligar as luzes
27/03, 2010
Funafuti, Tuvalu:
Os cidadãos de Tuvalu pegaram o bastão entregue pelas ilhas Fiji para dar continuidade à ação global combate às mudanças climáticas. A nação-ilha de pouca altitude desligou suas fontes de energia elétrica para marcar a Hora do Planeta.
Seu compromisso com a proteção de seu frágil lar é tão forte que a população de Tuvulu resolveu tirar os carros e motos das ruas também durante a Hora do Planeta, para tornar a nação livre de carbono durante a iniciativa da Rede WWF. Esta talvez seja a meta mais ambiciosa estabelecida por qualquer nação que participou da Hora do Planeta 2010.
Honiara, Ilhas Salomão:
As luzes de Honiara que iluminam o famoso memorial americano à batalha de Guadalcanal, da Segunda Guerra Mundial, foram desligadas para a Hora do Planeta, e a população das Ilhas Salomão se juntou a seus vizinhos do Pacífico na maior ação global já realizada para demonstrar a preocupação do planeta com as mudanças climáticas.
O prefeito de Honiara, Cr Andew Mua, deu uma palestra para convidados numa cerimônia especial para marcar a contribuição da nação às ações da Hora do Planeta.
Guam:
Guam recebeu reconhecimento como o 119º país/território a aderir e participou pela primeira vez da Hora do Planeta. A organização Miss Earth Guam coordenou as atividades locais associadas à iniciativa da Rede WWF, garantindo que a Hora do Planeta estivesse disponível para todos.
Tochas de Tiki substituíram as lâmpadas de rua enquanto holofotes iluminaram a avenida que leva ao resort Hilton Guam Resort & Spa, onde a Hora do Planeta foi celebrada com um jantar à luz de velas no restaurante Roy’s e no Islander Terrace.
Papua-Nova Guiné:
O Governador Distrital de Port Moresby, Hon. Powes Parkop, liderou a Hora do Planeta em Papua-Nova Guiné, e as luzes da Torre Deloitte, o prédio mais alto do país, e da embaixada americana foram desligadas para mostrar apoio à ação de alerta sobre o clima global.
Saipan, Ilhas Marianas Setentrionais
O prefeito de Saipan tomou a frente das atividades da Hora do Planeta nas Ilhas Marianas Setentrionais. As luzes do Parque Memorial Americano na cidade de Garapan foram apagadas, e grupos comunitários, entre os quais o Rotary de Saipan e a Câmara de Comércio, garantiram o reconhecimento da presença do povo das Ilhas Marianas Setentrionais na maior ação do mundo frente às mudanças climáticas.
Japão:
Com sua primeira participação oficial na Hora do Planeta, o Japão, segunda maior economia do mundo, contribuiu de forma marcante à mostra global de ações relacionadas ao clima. O emblemático Memorial da Paz em Hiroshima ficou às escuras, enquanto em Tóquio, a Torre Tóquio, um ícone da capital nacional, também desligou toda a iluminação, para demonstrar o desejo dos cidadãos de Tóquio de fazer parte desta jornada global em busca de soluções para o clima.
Coreia do Sul:
Cidadãos de mais de 100 cidades e municípios em toda a Coreia do Sul desligaram suas luzes para a Hora do Planeta. A capital Seul tomou a frente do movimento com uma forte demonstração de preocupação com as mudanças climáticas: em toda a cidade, as luzes e holofotes que iluminam os 20 marcos mais conhecidos da paisagem urbana foram desligados. Entre eles estavam o Aeroporto Internacional Gimpo, o Escritório do Presidente, o World Trade Centre, a Fortaleza de Seul e 13 pontes sobre o Rio Han.
Na aldeia histórica de Namsan Hanok, para marcar a Hora do Planeta houve uma vigília à luz de velas, acompanhada por um show musical tradicional, Samul-nori, e um outro nem tão tradicional mas igualmente poderoso de flash-mob Hora do Planeta.
Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes.
Moscou, Rússia – Os cidadãos de Moscou comemoraram animadamente a Hora do Planeta ao som do grupo convidado de percussão STOMP – conhecido mundialmente por usar objetos do dia-a-dia como instrumentos musicais e, especialmente, por seu uso de tampas de latas de lixo. Realizaram uma aula para os presentes e um concerto como parte do seu tour pela Europa do Leste.
No entanto, a Hora do Planeta começou neste país, o maior do mundo, 11 fusos horários mais cedo, com cidadãos de Petropavlosk-Kamchatksky apagando suas luzes na mesma hora que os cidadãos de Fiji. Pela primeira vez, os Mongóis também se juntaram à Hora do Planeta reunindo um grupo incrível – e bem resistente considerando as temperaturas gélidas do momento – de 3.000 pessoas na Praça Sukhbaatar na capital Ulaan Batar.
Esses dois países participaram do movimento global Hora do Planeta que reúne centenas de milhões de pessoas em mais de 4.000 cidades e comunidades em 125 países.
Na capital cazaque Astana, as luzes se apagaram no monumento nacional Astana-Baiterek, como também em vários prédios públicos incluindo o Palácio Presidencial, a Corte Suprema e o Palácio da Independência. Cerca de 90 cidades cazaques aderiram à campanha da Hora do Planeta.
A maioria das pontes famosas de Moscou se juntaram à Prefeitura, Universidade de Moscou e Arena de Esportes de Lujniki e outros ao apagarem suas luzes durante a Hora do Planeta. As luzes também se apagaram na Pequena Arena de Esportes de Lujniki.
Ação presidencial no Paquistão e nas Maldivas
O Presidente e o Primeiro Ministro apagaram as luzes de suas casas liderando a primeira participação do Paquistão na Hora do Planeta, se juntando aos cidadãos de Islamabad, Karachi e Lahore. “A conservação de recursos naturais e bens essenciais é crítico para criar um ambiente sustentável”, afirmou o Presidente Asif Ali Zardani. A Assembléia Nacional e várias cadeias de hotéis se juntaram à Hora do Planeta no Paquistão.
O maior prédio do mundo apaga sua luzes para a Hora do Planeta
O petróleo pode ter muito bem financiado várias das maravilhas arquitetônicas da região ao redor do Golfo Pérsico, mas existem sinais de que os estados da região estão buscando participar da crescente economia de energias renováveis. Liderando o esforço está Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, agora construindo a eco-cidade Masdar. Lá, a mesquita Xeque Zayed – a maior da cidade podendo acolher 40.000 fiéis – será o ícone da mensagem da Hora do Planeta.
Não muio longe ao sul, em Dubai, o destaque foi a participação do maior prédio do mundo, com 828 metros, Burj Khalifa. Também participou o símbolo mais conhecido de Dubai, o hotel Burj Al Arab, conhecido como vela Árabe.
No Bahrein, a Torre Almoayyad, de apelido “Torre Negra”, apagou suas luzes, bem como o Circuito Internacional do Bahrain onde ocorre a corrida de Fórmula 1 – admitidamente um pequeno gesto considerando as elevadas emissões do esporte.
Monumentos naturais – um incrível pano de fundo para a Hora do Planeta na África
Enquanto outros continentes concretizaram sua mensagem climática por meio de monumentos humanos, a África optou por monumentos naturais.
As Montanhas da Mesa, próximos à Cidade do Cabo, África do Sul, teve sua iluminação apagada e provavelmente foi o maior monumento natural a participar. As Cataratas de Victoria na fronteira entre o Zimbabwe e a República Democrática do Congo, as maiores do mundo, chegaram como próximo segundo.
“Se houvesse uma hora que importasse e um nome para descrevê-lo, seria este”, afirmou o Arcebispo Desmond Tutu, vencedor sul-africano da Hora do Planeta. O Arcebispo havia descrito as mudanças climáticas como a “a maior crise de responsabilidade humana enfrentada pelo mundo hoje”.
“Não descrimina raça, cultura e religião. Afeta todo os seres humanos de todo o mundo”, disse ele.
As áreas com maiores dificuldades de acesso à eletricidade procuraram pôr maior ênfase em atividades ao invés do ato de apagar as luzes. Em Madagascar, restaurantes organizaram jantares a luz de velas e um carnaval de dia aconteceu nas ruas da cidade de Mada.
Estações de trem constituíram escolha predileta para apagar as luzes, já que são bem iluminadas, públicas e movimentadas.
No Quênia, o Centro Internacional de Conferência Kenyatta apagaram as luzes e organizaram um concerto de Achieng’ Abura, cantor africano de jazz e também embaixador para o WWF Quênia.
Capital por séculos celebra a Hora do Planeta, uma ponte entre dois mundos
Istambul, uma cidade com um rico passado e que já foi capital sob os nomes de Bizâncio e Constantinopla, celebrou a Hora do Planeta apagando as luzes da Ponte Bosphorus que junta a Europa à Ásia. A ponte, inaugurada próximo ao 50º aniversário da República da Turquia em 1973, possui desde 2007 um sistema de luzes LED que produz um verdadeiro espetáculo visual no local.
Em outra parte da cidade, apoiadores da Hora do Planeta participaram de um concerto acústico a luzes de vela.
Os monumentos mais antigos da humanidade se juntam ao chamado
Monumentos antigos e repletos de segredos, a Esfinge e as Grandes Pirâmides de Guizé, Egito, bem como o Acrópole em Atenas permaneceram no escuro em ato para a sobrevivência das civilizações modernas. A Esfinge de Guizé, de 73,5 metros de altura, é a mais antiga escultura do mundo enquanto seu vizinho as Grandes Pirâmides é uma das poucas das sete maravilhas ainda em existência.
O Acrópole de Atenas, símbolo das primeiras democracias, simboliza a capacidade da humanidade de se superar.
A Grécia mostrou novamente sua incrível participação durante a Hora do Planeta, com 251 cidades participando. Em Tessalônika, a segunda maior cidade da Grécia, as luzes da estátua de Alexandre o Grande, que disseminou a cultura grega por uma grande área, se apagaram, bem como a Torre Branca, uma antiga fortificação otomana adotada como símbolo da cidade.
Apoio dos Bálcãs para a Hora do Planeta
Antes da Hora do Planeta, a Bulgária e a Romênia juntaram esforços para organizar um evento entre os dois países. Sob o nome de “Economia de baixo carbono – oportunidades de negócio e desafios”, o evento foi organizado pelo WWF, o Conselho Britânico e as embaixadas britânicas de Sófia e Bucareste.
“Queremos conscientizar o setor privado já que enfrentar as mudanças climáticas requer uma transição para um economia de baixo carbono”, afirmou Kanstantin Ivanov, Chefe de Comunicações e Marketing do WWF em Sófia. “Várias empresas estão aproveitando as oportunidades criadas pelas mudanças climáticas por meio de soluções inovadoras, enquanto aumentam seu volume de vendas e seus lucros”, destacou.
Na noite, uma procissão de pessoas carregando velas e lanternas caminharam na parte central de Sófia e depois aproveitaram um concerto acústico no coração da cidade.
Na Bulgária, os prédios da Assembléia Nacional, o Palácio Nacional de Cultura e o Banco Nacional Búlgaro foram apagados para o evento.
Na Romênia, as luzes do Palácio do Parlamento, um dos prédios mais altos do mundo e certamente o maior prédio parlamentar, foram apagadas. Ele consome em uma hora o que uma casa consome normalmente em um ano, ou o que uma cidade de 20.000 pessoas consome em uma hora. As luzes do Palácio do Parlamento serão apagadas por Luminita Tanasie, o diretor do Programa Romeno do WWF para os Danúbio-Cárpatos, junto com Roberta Anastase, o presidente da Câmara de Deputados Romenos.
Outros prédios notáveis que serão apagados incluem o Athenaeum Romeno, a Casa de Ópera de Romênia em Bucareste e o Muséu Nacional de Artes.
Na Ucrânia, a capital Kiev liderou outras 16 cidades na adesão à Hora do Planeta pela segunda vez. Em Kiev, as luzes do movimento boulevard Kreschatik e do monastério ortodoxo cristão histórico Kievo-Pecherskaya se apagaram.
O centro histórico de Odessa, incluindo a Ópera e o quarteirão em frente ao mar, também ficaram às escuras. O dia todo, em Kiev, as pessoas podiam assistir a filmes no parque da cidade, projetadas com energias alternativas como eólica, solar e energia recebido por bicicletas elétricas movidas a esforço humano.
Cerca de 50 restaurantes da rede popular Kozyrna Karta ofereceram aos seus clientes um jantar a luz de velas ao redor da Ucrânia. Na cidade de Poltava, a Sociedade de Astronomia convidou as pessoas para um evento de “astronomia de rua” onde puderam olhar para estrelas com as luzes apagadas.
Na Sérvia, os Eco Mosqueteiros de Belgrado mais uma vez iniciaram atividades antes da Hora do Planeta. Armados com argumentos convincentes e material de divulgação da Hora do Planeta, eles pediram às transeuntes que apagassem suas luzes às 20:30. Em caixas da Hora do Planeta, eles coletaram mensagens a serem distribuídas às autoridades sobre a importância de enfrentar as mudanças climáticas.
Os Eco Mosqueteiros se juntaram a um dos monumentos do inventor Nikola Tesla (1856-1943). Um dos pais da energia comercial, Tesla foi “recrutado” como embaixador da Hora do Planeta por causa do seu jeito de pensar e sua pesquisa, fortemente influenciada pelo planeta.
O monumento de Nikola Tesla também “vestiu” uma camiseta da Hora do Planeta.
Na segunda maior cidade da Sérvia, Novi Sad, pessoas se aglomeraram na histórica Fortaleza Petrovaradin. No planetário, visitantes receberam uma palestra sobre as mudanças climáticas e foram convidados a olhar para um conjunto mais brilhante de estrelas.
A cidade maravilhosa celebra a Hora do Planeta com eventos espalhados pela Zona Sul. Autoridades presentes no evento oficial do movimento no Brasil, no Jardim Botânico, relembram a necessidade de fazer algo pelo clima mundial e pelos nossos ecossistemas.
8h30, 27 de março, Rio de Janeiro. “Esse gesto de apagar as luzes chama a atenção para o fato de que cada um pode fazer a sua parte pelo planeta, e esse pensamento está crescendo. A Hora do Planeta é um apagão do bem para as pessoas se iluminarem sobre a necessidade de preservar o meio ambiente”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, no evento oficial da Hora do Planeta no Jardim Botânico.
Depois das palavras do ministro, da conselheira do WWF-Brasil Cinthya Howlett, do presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Liszt Vieira, do presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza, do vice-presidente de tecnologia e logística da Coca-Cola Brasil, Rino Abondi, e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, foi desligado o interruptor simbólico das luzes dos monumentos ícones da Hora do Planeta 2010 na cidade.
Imediatamente, ficaram no escuro Jardim Botânico, Cristo Redentor, Jockey Club, orla de Copacabana, Pão de Açúcar, Fiocruz, Arpoador e Igreja Nossa Senhora da Penha, além das casas de muitos cariocas que participam do movimento global que acontece pela segunda vez no Brasil.
Boa surpresa
Quem estava desavisado se surpreendeu com a iniciativa e recebeu a mensagem sobre a necessidade de preservação dos ecossistemas e a gravidade do aquecimento global. “Eu estava com meu filho brincando na areia e de repente apagou tudo. Tomamos um susto, mas quando soube o que era fiquei muito feliz, porque realmente precisamos ajudar o planeta”, diz Pedro Pedrosa, que presenciou o apagão na praia de Copacabana.
Já aqueles que participaram do movimento global celebraram o apagar das luzes e apreciaram a cidade com um cenário diferente em diversos pontos. Ana Almeida Magalhães, também em Copacabana, conta que se emocionou com a Hora do Planeta. “Fiquei muito sensibilizada ao pensar que o mundo faz isso junto. O planeta não aguenta mais e dá provas disso o tempo todo”, diz.
Enquanto o grupo de dança Intrépida Trupe se apresentava à luz de velas aos presentes no Jardim Botânico, um grupo de pessoas mobilizadas pela organização não governamental Energy Marcon fazia uma vigília à luz de velas na Lagoa Rodrigo de Freitas. Nos restaurantes Via Sete, Restô Ipanema e Zazá Bistrô os clientes jantaram à luz de velas. “O jantar está ótimo e é muito bom passar essa mensagem para filhos e netos. Sou muito fã de gestos simbólicos que falam alto silenciosamente”, conta a argentina Fabiana Magun, que jantou no Via Sete, em Ipanema.
“O WWF-Brasil está muito satisfeito com a receptividade dos brasileiros para a Hora do Planeta 2010, que superou as marcas do ano passado. É por meio de movimentos como esse que a sociedade diz aos governantes que eles precisam agir pelo planeta”, disse Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
“Cada ano mais gente participa desse movimento global, o que é sinal de que consciências estão se acendendo”, afirmou o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. Para o prefeito da cidade, Eduardo Paes, “é uma honra sediar a Hora do Planeta. O Rio de Janeiro depende diretamente do respeito ao meio ambiente porque um dos pontos altos da cidade é a qualidade de vida que oferece, e temos que fazer de tudo para preservar isso”.
21h30, 27 de março, Rio de Janeiro. A Hora do Planeta passou, os monumentos se acendem novamente, e a cidade volta ao que era antes. Mas nem tanto. A mensagem da urgência de se cuidar do planeta permanece para os moradores da cidade.
No Parque do Povo, em São Paulo, gerações
se unem na luta pelo meio embiente
O lugar escolhido não poderia ser mais apropriado. O recém inaugurado Parque do Povo, no bairro paulistano de Itaim Bibi, é um novo espaço de lazer para os moradores de São Paulo, com suas pistas de corrida, quadras esportivas, bancos e jardins com árvores ainda em fase de crescimento, fruto de um projeto de restauração concluído em setembro de 2008. E foi no Parque do Povo, um oásis cercado pelos arranha-céus da grande metrópole brasileira, que São Paulo celebrou a Hora do Planeta.
No pequeno palco montado na marquise da administração do parque, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o Conselheiro e o vice-presidente de Finanças e Controle do WWF-Brasil, Carlos Castanho, acionaram a maquete de um interruptor gigante simbolizando o apagar das luzes de São Paulo. Em vários cantos da cidade, monumentos tiveram suas luzes apagadas, um gesto repetido por muitos moradores que aderiram ao movimento da Hora do Planeta. Simultaneamente, foram apagadas as luzes de monumentos conhecidos de São Paulo, como a Pone Estaiada, Monumento às Banderas, Obelisco e o Viaduto do Chá.
Antes do gesto simbólico, as autoridades falaram do significado desse movimento que começou em 2004 e que a cidade de São Paulo participou pela segunda vez. “Este é um momento muito especial para São Paulo. Com esse gesto, a maior cidade do país dá o seu exemplo, apagando a luz para refletir sobre a necessidade de conservar o nosso planeta”, disse o prefeito Gilberto Kassab.
O Conselheiro do WWF-Brasil, Carlos Castanho, ressaltou que a luta contra o aquecimento global é uma das bandeiras da Hora do Planeta e que nesse quesito, o Brasil ainda tem muito caminho a percorrer para melhorar. “Infelizmente, o Brasil ainda ocupa um lugar preocupante no ranking dos maiores emissores de gases de efeito estufa, principalmente devido ao desmatamento”, disse Castanho, ressaltando que questões como a redução do desmatamento e a conservação dos ecossistemas aquáticos e terrestres também fazem parte da Hora do Planeta no Brasil.
Na platéia, assistindo com atenção, destacava uma presença ilustre, o senhor Paulo Nogueira. Presidente Honorário do WWF-Brasil, ele é um ambientalista da ‘velha guarda’, que começou sua militância quando a questão ambiental era vista com estranhamento. E de poucos. “Se juntássemos todos não encheriam um microônibus”, recorda Nogueira, lembrando daqueles tempos quando meio ambiente nem entrava nas pautas de discussão.
Secretário de Meio Ambiente durante quatro mandatos (de 1974 a 1986) ele diz que se sente feliz em ver que as sementes lançadas por pioneiros com ele muito tempo atrás estão dando frutos. Mas acha que ainda há muito caminho a percorrer. “A nossa luta não terminou . Ainda há muito para fazer pela conservação ambiental. Fazer valer o protocolo de Kyoto é um desses desafios”, destacou.
Se depender da jovem guarda, a semente lançada pelo Dr. Paulo Nogueira ainda vai continuar dando frutos e ganhando novos adeptos. O jovem estudante do quinto ano de Arquitetura, Enrico Oliveira, é um desses seguidores. Ele que mora em Interlagos, um bairro bem distante ao parque, percorreu uma longa distãncia para se unir ao público paulistano nessa manifestação em favor do planeta. Enrico conta que pretende usar o seu trabalho como arquiteto para ajudar a preservar o meio ambiente. “Acredito que a arquitetura pode contribuir muito, principalmente oferecendo soluções que sejam menos danosas para o meio ambiente, no que se refere às construções e a urbanização da cidades”, disse o jovem.
As gêmeas Bruna e Júlia, de 5 anos, assistiram atentas ao evento, sentadas com os pais, Maurício Falsetti e Ana Claudia, em frente ao palco. Bruna, a mais falante das duas diz porque considera importante não jogar lixo no chão e não poluir os rios e os mares. “Se sujar o mar e o rio o peixinhos podem morrer”, diz na sua linguagem simples de criança. O pai Maurício conta que moram em frente ao parque e que apagaram a luz às 20h30 e depois foram participar da festa. “Acho importante eles terem contato com a questão ambiental desde cedo”, diz. Pelo visto, novas sementes estão começando a germinar. Que elas se multipliquem ao ponto de não precisarmos mais ter uma Hora do Planeta, pois todos os dias serão dias do planeta.
A Hora do Planeta em Brasília uniu música, esporte e consciência ambiental
Música, esporte e atitude marcaram a Hora do Planeta na capital do Brasil. Pontualmente, às 20h30, na entrada principal do Terraço Shopping, foi realizado um show musical com o performático grupo de percussão Patubatê, praticamente às escuras, já que o shopping havia apagado a iluminação da fachada. “Os lojistas também aderiram à campanha, deixando acesas apenas as luzes de emergência”, contou Renata Monnerat, gerente de marketing do shopping.
A apresentação serviu, ainda, de trilha sonora para um aulão de spinning comandado pelo professor André Sá, da Academia Júlio Adnet. A plateia, formada principalmente por moradores do Cruzeiro e Sudoeste, vibrou com o ritmo contagiante do grupo musical e com a euforia dos atletas. “Vim porque adoro o Patubatê, mas também é importantíssimo participar da Hora do Planeta que deveriam ter apagado mais luzes e por mais tempo”, disse.
Muitas famílias que circularam pelo local ficaram sabendo do evento pela televisão. A professora Carla Simon, acompanhada de dois filhos adolescentes, estava bastante empolgada com o show, mas um pouco decepcionada com falta de consciência de alguns cidadãos. “O evento está maravilhoso. Apaguei as luzes de casa na hora certa e vim correndo pra cá. Só fiquei um pouco triste quando observei que havia ainda muitas luzes acesas na minha casa”, afirmou.
Do outro lado da cidade, na Asa Norte, o Café da Rua 8, um dos pontos boêmios mais badalados daquela região, também promoveu um evento especial para a Hora do Planeta. A casa recebeu o músico Jaime Ernest Dias e a cantora Célia Rabelo que fizeram uma apresentação à luz de velas.
A recepção do público foi além das expectativas, segundo a proprietária do café, Eva Pimenta. “Às 20h30, tivemos a visita dos Carcarás, grupo de motociclistas. O palco foi iluminado por uma Harley Davidson. Os clientes gostaram tanto que preferiram seguir a noite com a luz das velas”.
Algumas pessoas foram ao local também porque sabiam do evento. Foi o caso de Selma Nabuco, funcionária do Ministério das Relações Exteriores, que estava acompanhada de quatro amigos. “Vim pela Hora do Planeta! Foi uma idéia ótima juntar música com esse clima de consciência ambiental, comentou.
Capital paranaense registra a adesão da prefeitura, empresas, restaurantes e até de espetáculos teatrais em cartaz no Festival de Curitiba.
A manifestação global Hora do Planeta, promovida pela Rede WWF contra o aquecimento global, encontrou forte eco em Curitiba, capital paranaense. Liderado pelo HSBC e pela Fundação O Boticário, o movimento conseguiu a adesão da prefeitura de empresas, restaurantes e espetáculos de teatro que participam da Mostra Oficial do Festival de Curitiba.
O HSBC, um dos patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil, não somente apagou vários de seus escritórios como promoveu um animado evento em sua sede, recebendo entre os convidados, o vice-presidente do WWF-Brasil, Haakon Lorentzen, e o Coral das Crianças do HSBC, meninos e meninos que vivem em lares adotivos, apoiados pelo Instituto HSBC de Solidariedade.
O HSBC e seu programa global ambiental HSBC Climate Partnership, conduzido em parceria com o WWF-Brasil e outras ONGs, promoveu uma intensa mobilização, que incluiu o envio de meio milhão de e-mails a clientes, publicidade na mídia, campanha interna, adesivagem de sua sede no Palácio Avenida – um ícone da cidade de Curitiba. Todos os canais de comunicação do HSBC foram utilizados: HSBC TV, e-mail marketing, intranet, internet, screen savers.
América Latina — Um dos patrocinadores oficiais da Hora do Planeta no Brasil, o HSBC – que tem sede nacional em Curitiba – recebeu a incumbência da sede mundial de liderar o movimento nas agências em toda a América Latina. Nada menos que 28% de todos os prédios do banco na região foram apagados, com destaque para o Chile, que ainda se recupera da catástrofe do terremoto ocorrido no país.
Em todo o Brasil, 12% dos próprios do banco foram apagados, totalizando 80 mil m2 de área construída em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, num total de 12 centros administrativos. Além disto, 682 agências do HSBC divulgaram o evento.
Agitando a noite – Com enorme influência em Curitiba, a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza usou toda a sua capacidade de mobilização para agitar a noite da Hora do Planeta na capital paranaense.
A fundação articulou não somente a participação da Prefeitura Municipal, que promoveu o apagão em 12 ícones da cidade, como também envolveu a iniciativa privada – restaurantes, empresas – e do meio artístico: sete espetáculos participantes do Festival de Curitiba (teatro) promoveram o apagão simbólico por um minuto, em apoio à campanha. Ao todo, mais de 20 parceiros mobilizaram-se na cidade.
O curitibano assistiu o apagar das luzes em 12 ícones da cidade, além do Palácio Avenida, do HSBC: Estufa do Jardim Botânico, Teatro do Paiol, Fachada do Paço da Liberdade, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Torre Panorâmica, Monumento de Bambu na Linha Verde, Fonte da Praça Santos Andrade, Fonte da Praça Generoso Marques, Portal de Santa Felicidade, Pista de Atletismo da Praça Osvaldo Cruz e Cancha Polivalente da Praça Ouvidor Pardinho.
Consciência e engajamento marcam Hora do Planeta em Belém
Capital do Pará contribui com de exercício de cidadania global que chama a atenção para as mudanças climáticas
Belém, capital do Pará, se uniu ao mundo para celebrar a Hora do Planeta, que pelo segundo ano consecutivo mobiliza as nações em torno da questão ambiental, em especial as mudanças climáticas decorrentes da intervenção humana em diferentes ecossistemas, como a Amazônia. Por uma hora, as cidades envolvidas nessa causa apagaram suas luzes para mostrar aos líderes mundiais sua preocupação com o tema.
Em Belém, o ‘apagão ecológico’ aconteceu entre 20h30 e 21h30, e contou com contagem regressiva para o momento mais esperado da noite. A Prefeitura Municipal apoiou a mobilização que organizou um ato simbólico em frente ao Mercado de São Brás. O diretor geral da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Belém, Celso Botelho, explicou que objetivo do evento é apoiar a iniciativa do WWF-Brasil. “Esta organização não governamental vem alertando a sociedade para a questão do aquecimento global, e devemos estar mais conscientes sobre os problemas do meio ambiente”, enfatizou Botelho.
Pelo palco montado em frente ao Mercado Municipal passaram várias atrações, numa noite marcada por apresentações de dança, culto ecumênico e show de bandas de rock.
A participação da capital paraense no evento, segundo o presidente da comissão de meio ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil, José Carlos Lima, era imprescindível. “Belém não poderia deixar de aderir à Hora do Planeta. Como moradores da metrópole da Amazônia, é nossa obrigação nos questionarmos sobre que mundo pretendemos deixar para as futuras gerações e de que forma podemos contribuir para preservar o meio ambiente”, concluiu José Carlos.
A turismóloga Caroline Oliveira, de 24 anos, fez questão de ressaltar a expectativa que o evento gerou entre a vizinhança do Mercado de São Braz. “Reuni os amigos para este momento, nós sabíamos o quanto era importante fazer parte desse movimento contra o aquecimento global”. A mesma alegria foi compartilhada pelo Grupo Escoteiro Grão Pará, com presença maciça dos componentes, de várias idades, para mostrar que são amantes da natureza.
A programação da noite contou ainda com um culto ecumênico em defesa do planeta, quando foram entoados cânticos de louvor. Em seguida foi exibido um vídeo que mostrou os impactos da ação predatória do homem sobre o meio ambiente e as consequências das mudanças climáticas. Na hora do “apagão” o grupo de Expressão Pará Folclórico Sabor Marajoara convidou todos a dançarem ritmos tipicamente paraenses. A programação terminou com a apresentação de bandas de rock.
Sobre o mercado de São Brás
Na Praça Floriano Peixoto, próximo à antiga “Estação de Ferro de Bragança”, foi construído o mercado de São Brás, na primeira década do século XX, em função da grande movimentação comercial gerada pela ferrovia Belém/Bragança. Na mesma época, o intendente Antônio Lemos estabeleceu uma política para descentralizar o abastecimento da cidade, até então concentrado no Ver-o-Peso. O abastecimento começou a ser expandido para os bairros, a exemplo do que ocorreu em São Brás. O mercado de São Brás foi inaugurado no dia 21 de maio de 1911, em estilo art nouveau e neoclássico. Em suas dependências, funcionam lojas de artesanato, produtos agrícolas, domésticos e vestuário.
O Acre é conhecido mundialmente, dentre outros aspectos, pela biodiversidade e pela história de luta em defesa da conservação e dos povos da floresta. O estado que deu para o mundo líderes como o seringueiro Chico Mendes e que dá exemplos de desenvolvimento com sustentabilidade, participou ativamente da Hora do Planeta 2010.
Com a adesão do Governo Estadual e da Prefeitura de Rio Branco ao movimento, a capital acreana ficou às escuras por uma hora para participar da maior mobilização mundial em defesa do meio ambiente e de alerta ao aquecimento global. Foram apagadas as luzes do Palácio Rio Branco – sede do governo -, a Assembleia Legislativa e o Horto Florestal, onde está instalada a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Além dos edifícios públicos, centenas de residências também tiveram as luzes desligadas pela população, em uma adesão espontânea ao movimento. O governador do Acre, Binho Marques, classificou a mobilização como um sucesso. “O Acre está na vanguarda de combater o desmatamento e de valorizar a floresta, isso está em nossa história. Estamos comprometidos com a construção de uma economia de baixo carbono e nossa participação na Hora do Planeta vem reforçar esse trabalho”, descreveu o governador.
Notícias da Hora do Planeta desde acampamentos na Namíbia até a Cidade Luz
Número total de países e territórios até o momento: 126
Número total de cidades e municípios até o momento: acima de 4,000
Cidades, vilas e municípios de Namíbia ao Kósovo desligaram as luzes as 20:30 hora local:
Windhoek, Namíbia:
As luzes foram apagadas na Namíbia e os alojamentos no famoso Parque Namib Naukluft no deserto de Namib ficaram no escuro para demonstrar seu apoio, como também fizeram nas instalações do parque nacional Etosha e o jantar foi servido a luz de velas em muitas alojamentos de parques em todo o pais.
Amsterdã, Holanda:
Amsterdã, a capital da Holanda, desligou as luzes na maioria de prédios públicos da cidade inclusive no aeroporto Schiphol, o zoológico Artis e a Arena de Amsterdã. O Hotel Hiltoi Amsterdã, onde há 41 anos em 1969 (29/03) John Lennon e a Yoko Ono ficaram na cama por vários dias em prol da paz, também ficou às escuras para apoiar o gesto da Hora do Planeta.
A Bélgica: Cerca de 300 cidades, municípios e vilas da Bélgica deram seu apoio à Hora do Planeta. Em todo o país, a iluminação das rodovias foi desligada salvo das placas marcando as entradas e saídas e as áreas de emergência.
Em Bruxelas, o famoso e emblemático Atomium desligou a iluminação como também a Prefeitura, a Grand Place e a Eglise Royale Saint-Marie. As instalações do Parlamento e da Comissão Européia, em Bruxelas, que é capital da União Européia, também desligaram as luzes.
Alemanha: a primeira vez do Portal de Brandenburgo
Houve uma participação maior desta vez na Alemanha onde pela primeira vez a iluminação foi apagada daquele rival do Arco do Triunfo de Paris, o Portal de Brandenburgo, em Berlim. Pela primeira vez os dois arcos ficaram no escuro na mesma hora para apoiar uma campanha persistente que quer soluções para a questão das mudanças climáticas. Outros notáveis monumentos alemães que participaram apagando suas luzes foram o Castelo de Heidelberg e o Catedral de Colônia.
“O WWF tem toda razão. Todo mundo pode contribuir de alguma maneira. Eu fico feliz em poder contribuir porque cada contribuição individual faz alguma diferença” disse Roger Cicero, músico alemão de jazz.
República Tcheca: Estréia na Hora do Planeta.
As luzes foram desligadas na cidade Tcheca de Telc com sua praça histórica listada como patrimônio da humanidade pela Unesco, para marcar a primeira participação do país na Hora do Planeta que envolveu25 cidades e vilas em todo o país.
Na segunda maior cidade Brno, a iluminação do do famoso cartão postal, o castelo Špilberk foi desligada.
Suiça: a maioria das grandes cidade na Suíça aderiram e conseguiram uma boa representação de monumentos associados a todos os grupos linguísticos que habitam o país: o catedral de Lausanne e a chafariz Jet d’Eau, em Genebra, alem da prefeitura e catedral de Zurique e os três castelos de Bellinzona’s, também listados como patrimônios.
Espanha: Os organizadores estimam que este ano, seis milhões de pessoas tenham participado na Hora do Planeta na Espanha. Pelo menos 200 cidades ficaram no escuro para mostrar seu apoio para as ações dirigidas às mudanças climáticas e as histórias do evento estão em primeiro plano das notícias durante a noite.
Em Madrid, mais de 2,000 pessoas com velas congregaram no Parque del Retiro, enquanto o som de tambores e musica acústica marcaram o início da Hora. O Palácio Real, o Escorial e Puerta de Alcala ficaram às escuras.
“Madrid estava incrível. Muito mais prédios desligaram as luzes este ano de que em anos anteriores e o impacto visual foi espetacular”, exultou organizador da Hora do Planeta, Miguel A. Valladares.
A Espanha marcou a entrada da Hora do Planeta com uma Corrida para o Planeta que terminou na Puerta de Alcalana na Praça da Independência, em Madrid, um pouco antes da iluminação do monumental portal neoclássico ser desligada. Depois do evento Laura de Morena declarou, “Estou muito orgulhoso por ser um dos primeiros ganhadores da corrida para o planeta. Eu acho que iniciativas deste tipo são necessárias para conscientizar todo mundo em relação à importância do combate às mudanças climáticas. No ano que vem estarei aqui de novo”.
Alguns dos monumentos mais famosos da Espanha desligaram suas luzes mais uma vez devido ao um acordo de parceria com o órgão responsável pelo patrimônio histórico entre eles: os palácios reais em Madrid e outros lugares e o Alhambra de Granada.
O rico tecido da história espanhola e visível também nas mais de 170 cidades e vilas participantes, entre elas Toledo, Cartagena e Sevilha. O renomado diretor de cinema Pedro Almovadar anunciou bem antes que “Mudanças climáticas são o maior ameaça ambiental que nós temos que encarar. Por isto eu pessoalmente, apoio de coração a campanha do WWF ‘Desligue a luz. Ligue a Terra’.”
Portugal: a segunda maior cidade de Portugal, Porto, aderiu à Hora do Planeta pela primeira vez este ano e desligou a iluminação de nada menos que 43 dos seus monumentos.
A capital, Lisboa, a primeira cidade global do país também desligou a iluminação de muitos monumentos entre os quais: o Castelo de São Jorge, a estátua do Marquês de Pombal, o Mosteiro dos Jeronimistas e a Torre de Belém.
A Torre de Belém foi construída para ser uma fortaleza e guarnecer a entrada do porto de Lisboa. Foi o ponto de partida de muitas viagens de descobrimento.
Roma, Itália: o mais famoso chafariz de Roma, a Fontana di Trevi, desligou as luzes durante a Hora do Planeta num apelo por relações mais harmoniosas entre o homem e a natureza.
O chafariz di Trevi tem uma representação do deus Oceanus, o deus de todas as águas, em pé sobre uma concha enorme sendo acompanhado por cavalos. A lenda diz que se você jogar uma moeda sobre seu ombro esquerdo para dentro da água você voltará a Roma.
A cidade eterna, às vezes conhecida como a cidade dos chafarizes, está enfrentando desafios no futuro na medida que a bacia do Mediterrâneo vai secando com o aumento da temperatura global.
Um grito mais alto a favor da Hora do Planeta veio do Coliseu que apelo pela segunda vez por uma abordagem de pão e circo que seja mais sustentável.
Outros monumentos italianos apagaram as luzes inclusive o Palazzo Vecchio na Florença, o Castello Sforzesco em Milão e a Torre de Pisa.
O que eles disseram
Uma coleção de aspas sobre a Hora do Planeta
BAN KI MOON, secretário-geral da ONU
“A mensagem da Hora do Planeta é simples. As mudanças climáticas são uma preocupação de cada um de nós. As soluções estão ao nosso alcance e prontas para serem implementadas por indivíduos, comunidades, empresas e governos ao redor do planeta”.
“A Hora do Planeta é ao mesmo tempo um alerta e uma luz de esperança. Earth Ao desligar luzes não essenciais por uma hora, as pessoas se unem em um ato simbólico que pode inspirar as mudanças que tanto precisamos”.
“Enquanto assistimos às luzes apagando de continente em continente, vamos refletir sobre a fragilidade e a importância da nossa herança natural e assumir um compromisso de proteger essa herança para um futuro sustentável para todos”.
JIM LEAPE, diretor-geral da Rede WWF
“Esta noite, centenas de milhões de pessoas levantam suas vozes ao desligar suas luzes. É um ato simples, mas uma chamada à ação poderosa”.
“Os cidadãos de Pequim se juntaram a milhões de pessoas que demonstraram sua preocupação sobre as mudanças climáticas. A população chinesa não só conhece como sente as ameaças das mudanças climáticas e, por isso, quer ver ações concretas para combater o problema”.
ANDY RIDLEY, fundador da Hora do Planeta
“Quando a Hora do Planeta começou em 2007, em Sidney, nós nunca, nem em nossos mais loucos sonhos, imaginávamos que se espalharia dessa forma. Os cidadãos do mundo sabem que é hora de agir. O planeta não pode esperar”.
“Mais e mais pessoas do mundo, mais e mais empresas e mais e mais comunidades querem agir e ver seus líderes trabalhando por uma solução para um mundo melhor e mais saudável”.
DENISE HAMÚ, secretária-geral do WWF-Brasil
“O WWF-Brasil está muito satisfeito com a receptividade dos brasileiros para a Hora do Planeta 2010, que superou as marcas do ano passado. É por meio de movimentos como esse que a sociedade diz aos governantes que eles precisam agir pelo planeta”.
CARLOS MINC, ministro do Meio Ambiente
“Cada ano mais gente participa desse movimento global, o que é sinal de que consciências estão se acendendo”.
FABIANA MAGUN, participante da Hora do Planeta no Rio de Janeiro
“Sou muito fã de gestos simbólicos que falam alto silenciosamente”.
ARCEBISPO DESMOND TUTU, sul-africano ganhador do Prêmio Nobel da Paz
“Se houvesse uma única hora que importasse e um único nome que contasse, seria a Hora do Planeta”
Mais cedo, o arcebispo descreveu as mudanças climáticas como “a maior crise induzida pelos humanos que o mundo enfrenta atualmente. Essa crise não discrimina raça, cultura, ou religião. Afeta todos os seres humanos do planeta”.
DAVID NUSSBAUM, secretário geral do WWF-Reino Unido
“Sabemos que uma única hora, uma vez por ano, não é suficiente. Mas também sabemos que não há chamada à ação global maior que esteja acessível apenas com um interruptor. Nós acreditamos firmemente que a Hora do Planeta vale a pena”.
WOJCIECH STEPNIEWSKI, Programa de Clima do WWF-Polônia
“Temos apenas cinco anos para transformar radicalmente nossa economia e levá-la para os trilhos do desenvolvimento verde. Se não fizermos isso, teremos que enfrentar as consequências catastróficas das mudanças climáticas”.
“Os ponteiros do relógio estão rodando, e o tempo que nos sobra vai passar tão rápido quando a Hora do Planeta”.
ROGER CICERO, músico de jazz alemão
“A Rede WWF está completamente certa. Todos podemos contribuir, e eu estou muito feliz porque cada contribuição faz a diferença”.
GREG BOURNE, secretário-geral do WWF-Austrália
“Graças à Hora do Planeta, todo o mundo pode ver que todo mundo está preocupado com as mudanças climáticas”.
CLOVER MOORE, prefeito de Sidney
“A Hora do Planeta conclama uma ação global e convoca as pessoas a mudar o que fazem em seu dia a dia”.
“A Hora do Planeta diz respeito ao que fazemos pessoalmente e ao que esperamos mudar em nossos líderes de governo”
PEDRO ALMADOVAR, diretor de cinema espanhol
“As mudanças climáticas são a maior ameaça ambiental que estamos enfrentando”.
Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes.
em 29 mar 2010 às 15h 27m *╰☆★╮Florzinha de Jesus╰☆★╮
CARACA…QUANTA COISA!!!rsrs…
Vou demora um século p/ ler isso tdo vissi!?
Bela Regina, un millón de Beijinhos en tu corazón!
Adiós!
AH…a imagem da NASA tá um swou!!!
em 29 mar 2010 às 17h 46m *Helen - Dá-lhe TIMÃO!!!!
Nossaaa!!!!!
Obrigada Rê, agora é só ler isso tudo, rsrsrs.
beijos doces.
Helen
Nossa foi tão bom sonhar com vocês. E sabe a hora quando eu ia perguntar para a Rê se ela precisava de ajuda (Ela estava numa cozinha daquelas beem antigonas. Com fogão a lenha e tudo e nós estávamos numa mesa conversando) aí eu estava indo em direção a cozinha, olhei pra Fabí e ela e eu saímos correndo pra ver quem perguntyava primeiro. kkkk
E a Dai só rindo. Aí eu dizia “Fabí, sua chata!” kkkkkkkk
O mais engraçado foi a cara de espanto da Regina quando nós duas chegamos correndo.
Ah! Rê, você cozinha tãão bem. Não me lembro de ter comido, mas a cara estava óóótima! rs
PS. Desculpa a empolgação daquele dia, mas é que é tão, mais tão raro sonhar contigo Rê, que a pessoa se empolga. E é tão bom sentir a sensação de ter você ao meu lado. Aí bate a empolgação de te contar. Desculpa aê tá! rs
“E é tão bom sentir a sensação de ter você ao meu lado. Aí bate a empolgação de te contar.”
Mari,
eu sei exatamente como é essa empolgação de contar um sonho pra Rê. ♥
Eu só ria no teu sonho. Aiaiai. Reflexo da realidade. rs
Sabe, geralmente, quando estou com um grupo de amigos, eu só rio mesmo, quase não falo nada. Prefiro ficar obEservando o movimento.
Rê,
faz tanto tempo que não sonho contigo, alias, quase não tenho lembrado dos meus sonhos. Sonhar, eu sei que sonho, pois quem é normal sonha todos os dias. Meu inconsciente tá com tilt, decerto. Ou será que deixei de ser normal?! rs
É através do sonho que tenho certeza que eu dormi. Gosto de lembrar dos meus sonhos logo que acordo.
Essa semana sonhei com algumas pessoas do blog. Sonhei com a Lu Gomes, aquela sumida. *-*
Oiee querida estou com saudades de te ver na telinha..
adoro vc!!!
Assistia casos de familia tds os dias;*
que Deus abençoe sua vida grandemente pois vc merece vc é uma guerreira..
Beijinhos S2
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Sobre este blog
Regina Volpato. Jornalista.
Paulistana. Cresci no interior do estado de São Paulo. Formada pela USP. Mãe. Gosto de ler, cozinhar, andar na praia, cuidar das plantas, tocar piano, praticar yoga e corrida.
Os textos por mim assinados refletem única e exclusivamente a minha opinião. Todos os comentários aqui publicados são moderados por mim. Eles podem ser editados, publicados ou não.
São Paulo - S.P.
Brasil
Eu não tenho: orkut,
msn, myspace nem assessoria de imprensa.
Regina,
bem lembrado,querida.Olha que eu quase me esqueço rsrs.
Regina,
a D.Cida ficou muito feliz por você ter mandado um beijo para ela.Ela também manda muitos beijos para você,querida.Ela é uma pessoa maravilhosa,simpatisíssima.
Eu tenho sorte,Re;sempre conheço mais pessoas bacanas e de bom coração.
Beijos,amiga e um ótimo final de semana.
Regina, boa tarde.
Gostaria de saber como posso entrar em contato com você para futuros trabalhos.
Abs,
Monize Oliveira.
Caracaa!
Como passou rápidoo!
Lembro que fiz isso no ano passado, a mesma campanha, mesma idéia.
E nem doeu…rs
MAs o importante mesmo é ter essa consciência não só hoje,mas todo dia nas pequenas atitudes que temos.
O Planeta agradece!
Beijooss pessoas!
Bom fds!
E bora lá!
Rê…
Te amo, amo, amoo…
♥
“Quando a noite chega
E a terra está escura
- a lua é a única luz que nós veremos”
(…)
Ontem a lua estava tão linda. Creio que hoje também estará e será um bom passa tempo durante a “Hora do Planeta”.
Beijos e bom final de semana,
Dai
Èguaaaaaaaaaa Meu!
15 On…15!
E olha o horário!
hehehe
Luzes apagadas, consciência acesa.
Ah, e Campos faz aniver amanhã e não hoje. É que eu tava achando que ontem era sábado, então acordei achando hoje era domingo. aff Fiz coisas que só faço no domingo. rs
Ei, nem ía falar, mas tá centralizadinho. rs
Beijos, flor!
Fabi
Oi Rê,
pois é , hoje é o dia da ajuda coletiva, Dia do Planeta, quem sabe se com a ajuda de todos, conseguiremos fazer um mundo melhor.
Vale a pena tentar, né?
Quanto ao blog, veja que engraçado, a pagina inicial, tudo se encontra centralizado, mas, ao abrir os temas semanais, tudo se encontra normal (exceto esse novo post que ainda está centralizado).
Caso Isabella Nardoni,
acho que todos esperavam a condenação, inclusive o próprio advogado de defesa, uma vez que, pelo que foi passado na mídia, tanto falada quanto escrita fora de pura apelação. Justiça fora feita e como diz o ditado, ela tarda mas não falha.
Beijos doces
Helen
Tô pronta pra fazer novamente a minha parte!
Vídeo sobre a Hora do Planeta:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/multi/2010/03/26/0402193864D4818326.jhtm?assista-ao-video-da-campanha-hora-do-planeta-0402193864D4818326
Namastê!
Para volver a la que puede contar conmigo!
Unamos nuestras fuerzas por una buena causa!
BESOS mi flor!
É isso aí!Todos unidos para mostrar aos governantes do mundo inteiro que se todos nos mobilizarmos somos capazes de provocar grandes mudanças.
=D
Beeijos,Rê!!
I♥U
passei o dia inteirinho pensando em vir aqui hoje, Rê..
Hora do Planeta me lembra vc.. mt!
saudade =/
beeeijo,
Combinado!
Será um desafio deixar de vir aqui nesse horário…*rs
Bjs
Re, o site esta meio torto no campo dos nome/mail e site…
Excelente semana Rê,
Muitos beijos
Helen
p.s.:Imagem da NASA digna de quadro, lindona.
Muito Bom!!!
Uma bela maneira de mostrarmos que nos importamos com o nosso planeta!!!
Vale lembrar que todos deveos fazer nossa parte.
Um abraço Regina…
Rêêê?
Hoje sonhei com o blog. Sonhei que ele estava diferente.
beeijos
TaRde!♥
Que bom, Rê! Daqui a alguns anos esse movimento pega de vez e aí o mundo todo irá contribuir cada vez mais. ^^
Eu não me lembro muito bem, mas sonhei que a gente poderia enviar fotos para ser publicada aqui. Doido não! rs
Pera que eu tô lembrandro. Sonhei também que a Dai, a Fabi e eu estávamos num lugar com você (Juro!) e você ia preparar nosso almoço. Aí eu dizia “Quar ajuda Rê?”. Foi tãão bom!
Eu juro por Deus que eu sonhei!
Tá bom… Agora chega de dá trabalho pra Rê. rs
Queridos,
vejam o comunicado mais recente que recebi da WWF Brasil:
Notícias da Hora do Planeta desde acampamentos na Namíbia até a Cidade Luz
Número total de países e territórios até o momento: 126
Número total de cidades e municípios até o momento: acima de 4,000
Cidades, vilas e municípios de Namíbia ao Kósovo desligaram as luzes as 20:30 hora local:
Windhoek, Namíbia:
As luzes foram apagadas na Namíbia e os alojamentos no famoso Parque Namib Naukluft no deserto de Namib ficaram no escuro para demonstrar seu apoio, como também fizeram nas instalações do parque nacional Etosha e o jantar foi servido a luz de velas em muitas alojamentos de parques em todo o pais.
Amsterdã, Holanda:
Amsterdã, a capital da Holanda, desligou as luzes na maioria de prédios públicos da cidade inclusive no aeroporto Schiphol, o zoológico Artis e a Arena de Amsterdã. O Hotel Hiltoi Amsterdã, onde há 41 anos em 1969 (29/03) John Lennon e a Yoko Ono ficaram na cama por vários dias em prol da paz, também ficou às escuras para apoiar o gesto da Hora do Planeta.
A Bélgica: Cerca de 300 cidades, municípios e vilas da Bélgica deram seu apoio à Hora do Planeta. Em todo o país, a iluminação das rodovias foi desligada salvo das placas marcando as entradas e saídas e as áreas de emergência.
Em Bruxelas, o famoso e emblemático Atomium desligou a iluminação como também a Prefeitura, a Grand Place e a Eglise Royale Saint-Marie. As instalações do Parlamento e da Comissão Européia, em Bruxelas, que é capital da União Européia, também desligaram as luzes.
Alemanha: a primeira vez do Portal de Brandenburgo
Houve uma participação maior desta vez na Alemanha onde pela primeira vez a iluminação foi apagada daquele rival do Arco do Triunfo de Paris, o Portal de Brandenburgo, em Berlim. Pela primeira vez os dois arcos ficaram no escuro na mesma hora para apoiar uma campanha persistente que quer soluções para a questão das mudanças climáticas. Outros notáveis monumentos alemães que participaram apagando suas luzes foram o Castelo de Heidelberg e o Catedral de Colônia.
“O WWF tem toda razão. Todo mundo pode contribuir de alguma maneira. Eu fico feliz em poder contribuir porque cada contribuição individual faz alguma diferença” disse Roger Cicero, músico alemão de jazz.
República Tcheca: Estréia na Hora do Planeta.
As luzes foram desligadas na cidade Tcheca de Telc com sua praça histórica listada como patrimônio da humanidade pela Unesco, para marcar a primeira participação do país na Hora do Planeta que envolveu25 cidades e vilas em todo o país.
Na segunda maior cidade Brno, a iluminação do do famoso cartão postal, o castelo Špilberk foi desligada.
Suiça: a maioria das grandes cidade na Suíça aderiram e conseguiram uma boa representação de monumentos associados a todos os grupos linguísticos que habitam o país: o catedral de Lausanne e a chafariz Jet d’Eau, em Genebra, alem da prefeitura e catedral de Zurique e os três castelos de Bellinzona’s, também listados como patrimônios.
Espanha: Os organizadores estimam que este ano, seis milhões de pessoas tenham participado na Hora do Planeta na Espanha. Pelo menos 200 cidades ficaram no escuro para mostrar seu apoio para as ações dirigidas às mudanças climáticas e as histórias do evento estão em primeiro plano das notícias durante a noite.
Em Madrid, mais de 2,000 pessoas com velas congregaram no Parque del Retiro, enquanto o som de tambores e musica acústica marcaram o início da Hora. O Palácio Real, o Escorial e Puerta de Alcala ficaram às escuras.
“Madrid estava incrível. Muito mais prédios desligaram as luzes este ano de que em anos anteriores e o impacto visual foi espetacular”, exultou organizador da Hora do Planeta, Miguel A. Valladares.
A Espanha marcou a entrada da Hora do Planeta com uma Corrida para o Planeta que terminou na Puerta de Alcalana na Praça da Independência, em Madrid, um pouco antes da iluminação do monumental portal neoclássico ser desligada. Depois do evento Laura de Morena declarou, “Estou muito orgulhoso por ser um dos primeiros ganhadores da corrida para o planeta. Eu acho que iniciativas deste tipo são necessárias para conscientizar todo mundo em relação à importância do combate às mudanças climáticas. No ano que vem estarei aqui de novo”.
Alguns dos monumentos mais famosos da Espanha desligaram suas luzes mais uma vez devido ao um acordo de parceria com o órgão responsável pelo patrimônio histórico entre eles: os palácios reais em Madrid e outros lugares e o Alhambra de Granada.
O rico tecido da história espanhola e visível também nas mais de 170 cidades e vilas participantes, entre elas Toledo, Cartagena e Sevilha. O renomado diretor de cinema Pedro Almovadar anunciou bem antes que “Mudanças climáticas são o maior ameaça ambiental que nós temos que encarar. Por isto eu pessoalmente, apoio de coração a campanha do WWF ‘Desligue a luz. Ligue a Terra’.”
Portugal: a segunda maior cidade de Portugal, Porto, aderiu à Hora do Planeta pela primeira vez este ano e desligou a iluminação de nada menos que 43 dos seus monumentos.
A capital, Lisboa, a primeira cidade global do país também desligou a iluminação de muitos monumentos entre os quais: o Castelo de São Jorge, a estátua do Marquês de Pombal, o Mosteiro dos Jeronimistas e a Torre de Belém.
A Torre de Belém foi construída para ser uma fortaleza e guarnecer a entrada do porto de Lisboa. Foi o ponto de partida de muitas viagens de descobrimento.
Roma, Itália: o mais famoso chafariz de Roma, a Fontana di Trevi, desligou as luzes durante a Hora do Planeta num apelo por relações mais harmoniosas entre o homem e a natureza.
O chafariz di Trevi tem uma representação do deus Oceanus, o deus de todas as águas, em pé sobre uma concha enorme sendo acompanhado por cavalos. A lenda diz que se você jogar uma moeda sobre seu ombro esquerdo para dentro da água você voltará a Roma.
A cidade eterna, às vezes conhecida como a cidade dos chafarizes, está enfrentando desafios no futuro na medida que a bacia do Mediterrâneo vai secando com o aumento da temperatura global.
Um grito mais alto a favor da Hora do Planeta veio do Coliseu que apelo pela segunda vez por uma abordagem de pão e circo que seja mais sustentável.
Outros monumentos italianos apagaram as luzes inclusive o Palazzo Vecchio na Florença, o Castello Sforzesco em Milão e a Torre de Pisa.
Mari e Fabi,
tô vendo o Corinthians…
Beijos, queridas.
Regina
Boa sorte pro seu time! ♥
Re,
e eu tô vendo o fRamengo perder… uhu! rs
Boa sorte pro seu timão. Mas é contra o São Paulo? Que difícil. Boa sorte mesmo!
Mari, adorei o sonho!
Beijos, flores!
Re, nem quis te zoar, viu?! (A Dai me disse que zoei.)
É difícil pq o São Paulo é “bão” tb, oras.
E é um cRássico, né?!
Foi gol, né?! Uhuuuuu!!! \o/ rs
Boa tarde, Rê!
Meu pai e meu irmão também estão assistindo. Mas eles torcem pelo São Paulo. Meu irmão acabou de desistir de assistir o jogo. Disse não vai ficar gastando o olho assistindo um jogo desse. rs
No primeiro gol do Corinthians ele ja desistiu do jogo. Que tipo de torcedor é esse, né? Corinthiano é que é torcedor de verdade… Sofre, sofre, mas não desiste. rs
Beijos,
Dai
Mari,
o que eu fui fazer no teu sonho? Comeeeer!
A Rê fazendo almoço pra gente? Que “dilícia”!
Dona Rê, se você comesse tanto quanto como nos sonhos do povo, estaria lascada. São Silvestre seria pouco, viu?! rs
Beijo, Mari.
Beijo, atReta.
Dai
Re, vc tem manias durante o jogo? rs
Eu tenho dependendo do jogo anterior. (Aprendi com uma amiga)
Se ganhou no anterior, procuro fazer a mesma coisa que eu tava fazendo. Se perdeu no jogo anterior, faço tudo diferente. rs E quando dá certo, digo que GANHAMOS pq eu segui direitinho. rs (cada um faz o que pode pra ajudar. Até macumbinha) rs
Fico rindo de mim mesma. kkkkkkk
Beijos,
Fabi
*O fRamengo empatou. =/
beijos querida.
Rê,
o WWf Brasil divulgou os “apagões” de forma mundial, mas, qual a participação do Brasil nisso tudo? De que forma o nosso país contribuiu? Você sabe o que fora apagado nessa campanha?
Beijos e TIMÃO ÊÔ
Reee,
vou ganhar o filme “Mary and Max”, aí te empresto, visse?!
Re,
Foi uma missão quase impossível, porém consegui me arrumar para uma festa e permanecer com as luzes apagadas.Tudo bem, que o meu batom escuro ultrapassou um tanto a linha da boca…Mas fiquei muito contente! Esse ano, vi mais apartamentos apagados do que no ano passado. Depois
no barzinho onde estava, fizemos uma nova hora do planeta, na verdade minutos, nos quais apagaram-se as luzes e ficamos em alguns grupos,juntos, olhando o céu e com os celulares acessos.
É muito bom desfrutar desse super poder! Que venha 2011!
Um beijão,
Cecí
HORA DO PLANETA: QUE BOM QUE TEVE A ADESÃO DE MUITOS LOCAIS DE DESTAQUE.
O TIMÃO VENCEU HOJE COM UMA ajudazinha, MAS VALEU!!!!!
AINDA BEM QUE OS NARDONI FORAM CONDENADOS POR UNANIMIDADE (NENHUM JURADO BALANÇOU).
BJS
TIMAOOOOO EOOOOO,TIMAO EOOOOOOO
BRILHA MUITO NO CORINTHIAS!RSRS
O timão ta reforçadooo né Re?jogadores excelentes.
Ganhamos mais uma.
——————————————————
PS:TE AMO REZITA!
Já estou saindo, indo dormir. Fechei tudo no computador – todas as janelas – mas não dá pra sair sem passar aqui antes. Mesmo sabendo que não tem nada de novo. Ô, vício! rs
Só que não estou sozinha, viu? O Reginômetro marca 3 on line.
Não sou a única viciada.
Beijos e boa segunda.
Dai
“Já estou saindo, indo dormir.”
Já??? Até parece que tá muito cedo, rs.
Beeijo.
Regina!
Misericórdia….
Eu tb sonhei com você hj.
Estava tendo uma festa na sua casa.
E eu lembro que o seu quarto,tinha um monte de bichinhos de pelúcia.
Foi tão real qdo eu acordei.
Rs,to pirando né?
Bjs!
E por falar no timão, que jogaço hein????
♪ Aqui tem um bando de louco ♪
Ótimo dia Rê,
aproveite a imagam da NASA hoje, linda para começar uma semana.
Excelente semana,
Beijos
Helen
Olha que interessante a imagem da NASA, Re. Linda! E afastando o mouse da imagem aparece um moço com escudo e espada. Tem uma criatura atrás dele tb, perto da árvore, naquela estrela mais brilhante à esquerda. E tem uma moça à direita de cabeça pra baixo. Parece sentada no céu. Explica? rs (deve está explicando abaixo da foto, mas meu inglês ainda tá fraco, entendi nadinha.)
Beijos e uma ótima semana,
Fabi
Amores,
a internet está super esquisista aqui hoje.
Vou publicar logo o post de hoje enquanto dá.
Beijos,
Regina
Pronto. Publicado.
A WWF mandou vários comunicados sobre a HP.
Vou coloca-los aqui, em comentários separados.
Beijos,
Regina
Hora do Planeta varre o Pacífico – milhões se unem para desligar as luzes
27/03, 2010
Funafuti, Tuvalu:
Os cidadãos de Tuvalu pegaram o bastão entregue pelas ilhas Fiji para dar continuidade à ação global combate às mudanças climáticas. A nação-ilha de pouca altitude desligou suas fontes de energia elétrica para marcar a Hora do Planeta.
Seu compromisso com a proteção de seu frágil lar é tão forte que a população de Tuvulu resolveu tirar os carros e motos das ruas também durante a Hora do Planeta, para tornar a nação livre de carbono durante a iniciativa da Rede WWF. Esta talvez seja a meta mais ambiciosa estabelecida por qualquer nação que participou da Hora do Planeta 2010.
Honiara, Ilhas Salomão:
As luzes de Honiara que iluminam o famoso memorial americano à batalha de Guadalcanal, da Segunda Guerra Mundial, foram desligadas para a Hora do Planeta, e a população das Ilhas Salomão se juntou a seus vizinhos do Pacífico na maior ação global já realizada para demonstrar a preocupação do planeta com as mudanças climáticas.
O prefeito de Honiara, Cr Andew Mua, deu uma palestra para convidados numa cerimônia especial para marcar a contribuição da nação às ações da Hora do Planeta.
Guam:
Guam recebeu reconhecimento como o 119º país/território a aderir e participou pela primeira vez da Hora do Planeta. A organização Miss Earth Guam coordenou as atividades locais associadas à iniciativa da Rede WWF, garantindo que a Hora do Planeta estivesse disponível para todos.
Tochas de Tiki substituíram as lâmpadas de rua enquanto holofotes iluminaram a avenida que leva ao resort Hilton Guam Resort & Spa, onde a Hora do Planeta foi celebrada com um jantar à luz de velas no restaurante Roy’s e no Islander Terrace.
Papua-Nova Guiné:
O Governador Distrital de Port Moresby, Hon. Powes Parkop, liderou a Hora do Planeta em Papua-Nova Guiné, e as luzes da Torre Deloitte, o prédio mais alto do país, e da embaixada americana foram desligadas para mostrar apoio à ação de alerta sobre o clima global.
Saipan, Ilhas Marianas Setentrionais
O prefeito de Saipan tomou a frente das atividades da Hora do Planeta nas Ilhas Marianas Setentrionais. As luzes do Parque Memorial Americano na cidade de Garapan foram apagadas, e grupos comunitários, entre os quais o Rotary de Saipan e a Câmara de Comércio, garantiram o reconhecimento da presença do povo das Ilhas Marianas Setentrionais na maior ação do mundo frente às mudanças climáticas.
Japão:
Com sua primeira participação oficial na Hora do Planeta, o Japão, segunda maior economia do mundo, contribuiu de forma marcante à mostra global de ações relacionadas ao clima. O emblemático Memorial da Paz em Hiroshima ficou às escuras, enquanto em Tóquio, a Torre Tóquio, um ícone da capital nacional, também desligou toda a iluminação, para demonstrar o desejo dos cidadãos de Tóquio de fazer parte desta jornada global em busca de soluções para o clima.
Coreia do Sul:
Cidadãos de mais de 100 cidades e municípios em toda a Coreia do Sul desligaram suas luzes para a Hora do Planeta. A capital Seul tomou a frente do movimento com uma forte demonstração de preocupação com as mudanças climáticas: em toda a cidade, as luzes e holofotes que iluminam os 20 marcos mais conhecidos da paisagem urbana foram desligados. Entre eles estavam o Aeroporto Internacional Gimpo, o Escritório do Presidente, o World Trade Centre, a Fortaleza de Seul e 13 pontes sobre o Rio Han.
Na aldeia histórica de Namsan Hanok, para marcar a Hora do Planeta houve uma vigília à luz de velas, acompanhada por um show musical tradicional, Samul-nori, e um outro nem tão tradicional mas igualmente poderoso de flash-mob Hora do Planeta.
Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes.
Moscou, Rússia – Os cidadãos de Moscou comemoraram animadamente a Hora do Planeta ao som do grupo convidado de percussão STOMP – conhecido mundialmente por usar objetos do dia-a-dia como instrumentos musicais e, especialmente, por seu uso de tampas de latas de lixo. Realizaram uma aula para os presentes e um concerto como parte do seu tour pela Europa do Leste.
No entanto, a Hora do Planeta começou neste país, o maior do mundo, 11 fusos horários mais cedo, com cidadãos de Petropavlosk-Kamchatksky apagando suas luzes na mesma hora que os cidadãos de Fiji. Pela primeira vez, os Mongóis também se juntaram à Hora do Planeta reunindo um grupo incrível – e bem resistente considerando as temperaturas gélidas do momento – de 3.000 pessoas na Praça Sukhbaatar na capital Ulaan Batar.
Esses dois países participaram do movimento global Hora do Planeta que reúne centenas de milhões de pessoas em mais de 4.000 cidades e comunidades em 125 países.
Na capital cazaque Astana, as luzes se apagaram no monumento nacional Astana-Baiterek, como também em vários prédios públicos incluindo o Palácio Presidencial, a Corte Suprema e o Palácio da Independência. Cerca de 90 cidades cazaques aderiram à campanha da Hora do Planeta.
A maioria das pontes famosas de Moscou se juntaram à Prefeitura, Universidade de Moscou e Arena de Esportes de Lujniki e outros ao apagarem suas luzes durante a Hora do Planeta. As luzes também se apagaram na Pequena Arena de Esportes de Lujniki.
Ação presidencial no Paquistão e nas Maldivas
O Presidente e o Primeiro Ministro apagaram as luzes de suas casas liderando a primeira participação do Paquistão na Hora do Planeta, se juntando aos cidadãos de Islamabad, Karachi e Lahore. “A conservação de recursos naturais e bens essenciais é crítico para criar um ambiente sustentável”, afirmou o Presidente Asif Ali Zardani. A Assembléia Nacional e várias cadeias de hotéis se juntaram à Hora do Planeta no Paquistão.
O maior prédio do mundo apaga sua luzes para a Hora do Planeta
O petróleo pode ter muito bem financiado várias das maravilhas arquitetônicas da região ao redor do Golfo Pérsico, mas existem sinais de que os estados da região estão buscando participar da crescente economia de energias renováveis. Liderando o esforço está Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, agora construindo a eco-cidade Masdar. Lá, a mesquita Xeque Zayed – a maior da cidade podendo acolher 40.000 fiéis – será o ícone da mensagem da Hora do Planeta.
Não muio longe ao sul, em Dubai, o destaque foi a participação do maior prédio do mundo, com 828 metros, Burj Khalifa. Também participou o símbolo mais conhecido de Dubai, o hotel Burj Al Arab, conhecido como vela Árabe.
No Bahrein, a Torre Almoayyad, de apelido “Torre Negra”, apagou suas luzes, bem como o Circuito Internacional do Bahrain onde ocorre a corrida de Fórmula 1 – admitidamente um pequeno gesto considerando as elevadas emissões do esporte.
Monumentos naturais – um incrível pano de fundo para a Hora do Planeta na África
Enquanto outros continentes concretizaram sua mensagem climática por meio de monumentos humanos, a África optou por monumentos naturais.
As Montanhas da Mesa, próximos à Cidade do Cabo, África do Sul, teve sua iluminação apagada e provavelmente foi o maior monumento natural a participar. As Cataratas de Victoria na fronteira entre o Zimbabwe e a República Democrática do Congo, as maiores do mundo, chegaram como próximo segundo.
“Se houvesse uma hora que importasse e um nome para descrevê-lo, seria este”, afirmou o Arcebispo Desmond Tutu, vencedor sul-africano da Hora do Planeta. O Arcebispo havia descrito as mudanças climáticas como a “a maior crise de responsabilidade humana enfrentada pelo mundo hoje”.
“Não descrimina raça, cultura e religião. Afeta todo os seres humanos de todo o mundo”, disse ele.
As áreas com maiores dificuldades de acesso à eletricidade procuraram pôr maior ênfase em atividades ao invés do ato de apagar as luzes. Em Madagascar, restaurantes organizaram jantares a luz de velas e um carnaval de dia aconteceu nas ruas da cidade de Mada.
Estações de trem constituíram escolha predileta para apagar as luzes, já que são bem iluminadas, públicas e movimentadas.
No Quênia, o Centro Internacional de Conferência Kenyatta apagaram as luzes e organizaram um concerto de Achieng’ Abura, cantor africano de jazz e também embaixador para o WWF Quênia.
Capital por séculos celebra a Hora do Planeta, uma ponte entre dois mundos
Istambul, uma cidade com um rico passado e que já foi capital sob os nomes de Bizâncio e Constantinopla, celebrou a Hora do Planeta apagando as luzes da Ponte Bosphorus que junta a Europa à Ásia. A ponte, inaugurada próximo ao 50º aniversário da República da Turquia em 1973, possui desde 2007 um sistema de luzes LED que produz um verdadeiro espetáculo visual no local.
Em outra parte da cidade, apoiadores da Hora do Planeta participaram de um concerto acústico a luzes de vela.
Os monumentos mais antigos da humanidade se juntam ao chamado
Monumentos antigos e repletos de segredos, a Esfinge e as Grandes Pirâmides de Guizé, Egito, bem como o Acrópole em Atenas permaneceram no escuro em ato para a sobrevivência das civilizações modernas. A Esfinge de Guizé, de 73,5 metros de altura, é a mais antiga escultura do mundo enquanto seu vizinho as Grandes Pirâmides é uma das poucas das sete maravilhas ainda em existência.
O Acrópole de Atenas, símbolo das primeiras democracias, simboliza a capacidade da humanidade de se superar.
A Grécia mostrou novamente sua incrível participação durante a Hora do Planeta, com 251 cidades participando. Em Tessalônika, a segunda maior cidade da Grécia, as luzes da estátua de Alexandre o Grande, que disseminou a cultura grega por uma grande área, se apagaram, bem como a Torre Branca, uma antiga fortificação otomana adotada como símbolo da cidade.
Apoio dos Bálcãs para a Hora do Planeta
Antes da Hora do Planeta, a Bulgária e a Romênia juntaram esforços para organizar um evento entre os dois países. Sob o nome de “Economia de baixo carbono – oportunidades de negócio e desafios”, o evento foi organizado pelo WWF, o Conselho Britânico e as embaixadas britânicas de Sófia e Bucareste.
“Queremos conscientizar o setor privado já que enfrentar as mudanças climáticas requer uma transição para um economia de baixo carbono”, afirmou Kanstantin Ivanov, Chefe de Comunicações e Marketing do WWF em Sófia. “Várias empresas estão aproveitando as oportunidades criadas pelas mudanças climáticas por meio de soluções inovadoras, enquanto aumentam seu volume de vendas e seus lucros”, destacou.
Na noite, uma procissão de pessoas carregando velas e lanternas caminharam na parte central de Sófia e depois aproveitaram um concerto acústico no coração da cidade.
Na Bulgária, os prédios da Assembléia Nacional, o Palácio Nacional de Cultura e o Banco Nacional Búlgaro foram apagados para o evento.
Na Romênia, as luzes do Palácio do Parlamento, um dos prédios mais altos do mundo e certamente o maior prédio parlamentar, foram apagadas. Ele consome em uma hora o que uma casa consome normalmente em um ano, ou o que uma cidade de 20.000 pessoas consome em uma hora. As luzes do Palácio do Parlamento serão apagadas por Luminita Tanasie, o diretor do Programa Romeno do WWF para os Danúbio-Cárpatos, junto com Roberta Anastase, o presidente da Câmara de Deputados Romenos.
Outros prédios notáveis que serão apagados incluem o Athenaeum Romeno, a Casa de Ópera de Romênia em Bucareste e o Muséu Nacional de Artes.
Na Ucrânia, a capital Kiev liderou outras 16 cidades na adesão à Hora do Planeta pela segunda vez. Em Kiev, as luzes do movimento boulevard Kreschatik e do monastério ortodoxo cristão histórico Kievo-Pecherskaya se apagaram.
O centro histórico de Odessa, incluindo a Ópera e o quarteirão em frente ao mar, também ficaram às escuras. O dia todo, em Kiev, as pessoas podiam assistir a filmes no parque da cidade, projetadas com energias alternativas como eólica, solar e energia recebido por bicicletas elétricas movidas a esforço humano.
Cerca de 50 restaurantes da rede popular Kozyrna Karta ofereceram aos seus clientes um jantar a luz de velas ao redor da Ucrânia. Na cidade de Poltava, a Sociedade de Astronomia convidou as pessoas para um evento de “astronomia de rua” onde puderam olhar para estrelas com as luzes apagadas.
Na Sérvia, os Eco Mosqueteiros de Belgrado mais uma vez iniciaram atividades antes da Hora do Planeta. Armados com argumentos convincentes e material de divulgação da Hora do Planeta, eles pediram às transeuntes que apagassem suas luzes às 20:30. Em caixas da Hora do Planeta, eles coletaram mensagens a serem distribuídas às autoridades sobre a importância de enfrentar as mudanças climáticas.
Os Eco Mosqueteiros se juntaram a um dos monumentos do inventor Nikola Tesla (1856-1943). Um dos pais da energia comercial, Tesla foi “recrutado” como embaixador da Hora do Planeta por causa do seu jeito de pensar e sua pesquisa, fortemente influenciada pelo planeta.
O monumento de Nikola Tesla também “vestiu” uma camiseta da Hora do Planeta.
Na segunda maior cidade da Sérvia, Novi Sad, pessoas se aglomeraram na histórica Fortaleza Petrovaradin. No planetário, visitantes receberam uma palestra sobre as mudanças climáticas e foram convidados a olhar para um conjunto mais brilhante de estrelas.
O apagar das luzes do Rio de Janeiro
A cidade maravilhosa celebra a Hora do Planeta com eventos espalhados pela Zona Sul. Autoridades presentes no evento oficial do movimento no Brasil, no Jardim Botânico, relembram a necessidade de fazer algo pelo clima mundial e pelos nossos ecossistemas.
8h30, 27 de março, Rio de Janeiro. “Esse gesto de apagar as luzes chama a atenção para o fato de que cada um pode fazer a sua parte pelo planeta, e esse pensamento está crescendo. A Hora do Planeta é um apagão do bem para as pessoas se iluminarem sobre a necessidade de preservar o meio ambiente”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, no evento oficial da Hora do Planeta no Jardim Botânico.
Depois das palavras do ministro, da conselheira do WWF-Brasil Cinthya Howlett, do presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Liszt Vieira, do presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza, do vice-presidente de tecnologia e logística da Coca-Cola Brasil, Rino Abondi, e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, foi desligado o interruptor simbólico das luzes dos monumentos ícones da Hora do Planeta 2010 na cidade.
Imediatamente, ficaram no escuro Jardim Botânico, Cristo Redentor, Jockey Club, orla de Copacabana, Pão de Açúcar, Fiocruz, Arpoador e Igreja Nossa Senhora da Penha, além das casas de muitos cariocas que participam do movimento global que acontece pela segunda vez no Brasil.
Boa surpresa
Quem estava desavisado se surpreendeu com a iniciativa e recebeu a mensagem sobre a necessidade de preservação dos ecossistemas e a gravidade do aquecimento global. “Eu estava com meu filho brincando na areia e de repente apagou tudo. Tomamos um susto, mas quando soube o que era fiquei muito feliz, porque realmente precisamos ajudar o planeta”, diz Pedro Pedrosa, que presenciou o apagão na praia de Copacabana.
Já aqueles que participaram do movimento global celebraram o apagar das luzes e apreciaram a cidade com um cenário diferente em diversos pontos. Ana Almeida Magalhães, também em Copacabana, conta que se emocionou com a Hora do Planeta. “Fiquei muito sensibilizada ao pensar que o mundo faz isso junto. O planeta não aguenta mais e dá provas disso o tempo todo”, diz.
Enquanto o grupo de dança Intrépida Trupe se apresentava à luz de velas aos presentes no Jardim Botânico, um grupo de pessoas mobilizadas pela organização não governamental Energy Marcon fazia uma vigília à luz de velas na Lagoa Rodrigo de Freitas. Nos restaurantes Via Sete, Restô Ipanema e Zazá Bistrô os clientes jantaram à luz de velas. “O jantar está ótimo e é muito bom passar essa mensagem para filhos e netos. Sou muito fã de gestos simbólicos que falam alto silenciosamente”, conta a argentina Fabiana Magun, que jantou no Via Sete, em Ipanema.
“O WWF-Brasil está muito satisfeito com a receptividade dos brasileiros para a Hora do Planeta 2010, que superou as marcas do ano passado. É por meio de movimentos como esse que a sociedade diz aos governantes que eles precisam agir pelo planeta”, disse Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
“Cada ano mais gente participa desse movimento global, o que é sinal de que consciências estão se acendendo”, afirmou o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. Para o prefeito da cidade, Eduardo Paes, “é uma honra sediar a Hora do Planeta. O Rio de Janeiro depende diretamente do respeito ao meio ambiente porque um dos pontos altos da cidade é a qualidade de vida que oferece, e temos que fazer de tudo para preservar isso”.
21h30, 27 de março, Rio de Janeiro. A Hora do Planeta passou, os monumentos se acendem novamente, e a cidade volta ao que era antes. Mas nem tanto. A mensagem da urgência de se cuidar do planeta permanece para os moradores da cidade.
No Parque do Povo, em São Paulo, gerações
se unem na luta pelo meio embiente
O lugar escolhido não poderia ser mais apropriado. O recém inaugurado Parque do Povo, no bairro paulistano de Itaim Bibi, é um novo espaço de lazer para os moradores de São Paulo, com suas pistas de corrida, quadras esportivas, bancos e jardins com árvores ainda em fase de crescimento, fruto de um projeto de restauração concluído em setembro de 2008. E foi no Parque do Povo, um oásis cercado pelos arranha-céus da grande metrópole brasileira, que São Paulo celebrou a Hora do Planeta.
No pequeno palco montado na marquise da administração do parque, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o Conselheiro e o vice-presidente de Finanças e Controle do WWF-Brasil, Carlos Castanho, acionaram a maquete de um interruptor gigante simbolizando o apagar das luzes de São Paulo. Em vários cantos da cidade, monumentos tiveram suas luzes apagadas, um gesto repetido por muitos moradores que aderiram ao movimento da Hora do Planeta. Simultaneamente, foram apagadas as luzes de monumentos conhecidos de São Paulo, como a Pone Estaiada, Monumento às Banderas, Obelisco e o Viaduto do Chá.
Antes do gesto simbólico, as autoridades falaram do significado desse movimento que começou em 2004 e que a cidade de São Paulo participou pela segunda vez. “Este é um momento muito especial para São Paulo. Com esse gesto, a maior cidade do país dá o seu exemplo, apagando a luz para refletir sobre a necessidade de conservar o nosso planeta”, disse o prefeito Gilberto Kassab.
O Conselheiro do WWF-Brasil, Carlos Castanho, ressaltou que a luta contra o aquecimento global é uma das bandeiras da Hora do Planeta e que nesse quesito, o Brasil ainda tem muito caminho a percorrer para melhorar. “Infelizmente, o Brasil ainda ocupa um lugar preocupante no ranking dos maiores emissores de gases de efeito estufa, principalmente devido ao desmatamento”, disse Castanho, ressaltando que questões como a redução do desmatamento e a conservação dos ecossistemas aquáticos e terrestres também fazem parte da Hora do Planeta no Brasil.
Na platéia, assistindo com atenção, destacava uma presença ilustre, o senhor Paulo Nogueira. Presidente Honorário do WWF-Brasil, ele é um ambientalista da ‘velha guarda’, que começou sua militância quando a questão ambiental era vista com estranhamento. E de poucos. “Se juntássemos todos não encheriam um microônibus”, recorda Nogueira, lembrando daqueles tempos quando meio ambiente nem entrava nas pautas de discussão.
Secretário de Meio Ambiente durante quatro mandatos (de 1974 a 1986) ele diz que se sente feliz em ver que as sementes lançadas por pioneiros com ele muito tempo atrás estão dando frutos. Mas acha que ainda há muito caminho a percorrer. “A nossa luta não terminou . Ainda há muito para fazer pela conservação ambiental. Fazer valer o protocolo de Kyoto é um desses desafios”, destacou.
Se depender da jovem guarda, a semente lançada pelo Dr. Paulo Nogueira ainda vai continuar dando frutos e ganhando novos adeptos. O jovem estudante do quinto ano de Arquitetura, Enrico Oliveira, é um desses seguidores. Ele que mora em Interlagos, um bairro bem distante ao parque, percorreu uma longa distãncia para se unir ao público paulistano nessa manifestação em favor do planeta. Enrico conta que pretende usar o seu trabalho como arquiteto para ajudar a preservar o meio ambiente. “Acredito que a arquitetura pode contribuir muito, principalmente oferecendo soluções que sejam menos danosas para o meio ambiente, no que se refere às construções e a urbanização da cidades”, disse o jovem.
As gêmeas Bruna e Júlia, de 5 anos, assistiram atentas ao evento, sentadas com os pais, Maurício Falsetti e Ana Claudia, em frente ao palco. Bruna, a mais falante das duas diz porque considera importante não jogar lixo no chão e não poluir os rios e os mares. “Se sujar o mar e o rio o peixinhos podem morrer”, diz na sua linguagem simples de criança. O pai Maurício conta que moram em frente ao parque e que apagaram a luz às 20h30 e depois foram participar da festa. “Acho importante eles terem contato com a questão ambiental desde cedo”, diz. Pelo visto, novas sementes estão começando a germinar. Que elas se multipliquem ao ponto de não precisarmos mais ter uma Hora do Planeta, pois todos os dias serão dias do planeta.
A Hora do Planeta em Brasília uniu música, esporte e consciência ambiental
Música, esporte e atitude marcaram a Hora do Planeta na capital do Brasil. Pontualmente, às 20h30, na entrada principal do Terraço Shopping, foi realizado um show musical com o performático grupo de percussão Patubatê, praticamente às escuras, já que o shopping havia apagado a iluminação da fachada. “Os lojistas também aderiram à campanha, deixando acesas apenas as luzes de emergência”, contou Renata Monnerat, gerente de marketing do shopping.
A apresentação serviu, ainda, de trilha sonora para um aulão de spinning comandado pelo professor André Sá, da Academia Júlio Adnet. A plateia, formada principalmente por moradores do Cruzeiro e Sudoeste, vibrou com o ritmo contagiante do grupo musical e com a euforia dos atletas. “Vim porque adoro o Patubatê, mas também é importantíssimo participar da Hora do Planeta que deveriam ter apagado mais luzes e por mais tempo”, disse.
Muitas famílias que circularam pelo local ficaram sabendo do evento pela televisão. A professora Carla Simon, acompanhada de dois filhos adolescentes, estava bastante empolgada com o show, mas um pouco decepcionada com falta de consciência de alguns cidadãos. “O evento está maravilhoso. Apaguei as luzes de casa na hora certa e vim correndo pra cá. Só fiquei um pouco triste quando observei que havia ainda muitas luzes acesas na minha casa”, afirmou.
Do outro lado da cidade, na Asa Norte, o Café da Rua 8, um dos pontos boêmios mais badalados daquela região, também promoveu um evento especial para a Hora do Planeta. A casa recebeu o músico Jaime Ernest Dias e a cantora Célia Rabelo que fizeram uma apresentação à luz de velas.
A recepção do público foi além das expectativas, segundo a proprietária do café, Eva Pimenta. “Às 20h30, tivemos a visita dos Carcarás, grupo de motociclistas. O palco foi iluminado por uma Harley Davidson. Os clientes gostaram tanto que preferiram seguir a noite com a luz das velas”.
Algumas pessoas foram ao local também porque sabiam do evento. Foi o caso de Selma Nabuco, funcionária do Ministério das Relações Exteriores, que estava acompanhada de quatro amigos. “Vim pela Hora do Planeta! Foi uma idéia ótima juntar música com esse clima de consciência ambiental, comentou.
Curitiba agitada na Hora do Planeta
Capital paranaense registra a adesão da prefeitura, empresas, restaurantes e até de espetáculos teatrais em cartaz no Festival de Curitiba.
A manifestação global Hora do Planeta, promovida pela Rede WWF contra o aquecimento global, encontrou forte eco em Curitiba, capital paranaense. Liderado pelo HSBC e pela Fundação O Boticário, o movimento conseguiu a adesão da prefeitura de empresas, restaurantes e espetáculos de teatro que participam da Mostra Oficial do Festival de Curitiba.
O HSBC, um dos patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil, não somente apagou vários de seus escritórios como promoveu um animado evento em sua sede, recebendo entre os convidados, o vice-presidente do WWF-Brasil, Haakon Lorentzen, e o Coral das Crianças do HSBC, meninos e meninos que vivem em lares adotivos, apoiados pelo Instituto HSBC de Solidariedade.
O HSBC e seu programa global ambiental HSBC Climate Partnership, conduzido em parceria com o WWF-Brasil e outras ONGs, promoveu uma intensa mobilização, que incluiu o envio de meio milhão de e-mails a clientes, publicidade na mídia, campanha interna, adesivagem de sua sede no Palácio Avenida – um ícone da cidade de Curitiba. Todos os canais de comunicação do HSBC foram utilizados: HSBC TV, e-mail marketing, intranet, internet, screen savers.
América Latina — Um dos patrocinadores oficiais da Hora do Planeta no Brasil, o HSBC – que tem sede nacional em Curitiba – recebeu a incumbência da sede mundial de liderar o movimento nas agências em toda a América Latina. Nada menos que 28% de todos os prédios do banco na região foram apagados, com destaque para o Chile, que ainda se recupera da catástrofe do terremoto ocorrido no país.
Em todo o Brasil, 12% dos próprios do banco foram apagados, totalizando 80 mil m2 de área construída em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, num total de 12 centros administrativos. Além disto, 682 agências do HSBC divulgaram o evento.
Agitando a noite – Com enorme influência em Curitiba, a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza usou toda a sua capacidade de mobilização para agitar a noite da Hora do Planeta na capital paranaense.
A fundação articulou não somente a participação da Prefeitura Municipal, que promoveu o apagão em 12 ícones da cidade, como também envolveu a iniciativa privada – restaurantes, empresas – e do meio artístico: sete espetáculos participantes do Festival de Curitiba (teatro) promoveram o apagão simbólico por um minuto, em apoio à campanha. Ao todo, mais de 20 parceiros mobilizaram-se na cidade.
O curitibano assistiu o apagar das luzes em 12 ícones da cidade, além do Palácio Avenida, do HSBC: Estufa do Jardim Botânico, Teatro do Paiol, Fachada do Paço da Liberdade, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Torre Panorâmica, Monumento de Bambu na Linha Verde, Fonte da Praça Santos Andrade, Fonte da Praça Generoso Marques, Portal de Santa Felicidade, Pista de Atletismo da Praça Osvaldo Cruz e Cancha Polivalente da Praça Ouvidor Pardinho.
Consciência e engajamento marcam Hora do Planeta em Belém
Capital do Pará contribui com de exercício de cidadania global que chama a atenção para as mudanças climáticas
Belém, capital do Pará, se uniu ao mundo para celebrar a Hora do Planeta, que pelo segundo ano consecutivo mobiliza as nações em torno da questão ambiental, em especial as mudanças climáticas decorrentes da intervenção humana em diferentes ecossistemas, como a Amazônia. Por uma hora, as cidades envolvidas nessa causa apagaram suas luzes para mostrar aos líderes mundiais sua preocupação com o tema.
Em Belém, o ‘apagão ecológico’ aconteceu entre 20h30 e 21h30, e contou com contagem regressiva para o momento mais esperado da noite. A Prefeitura Municipal apoiou a mobilização que organizou um ato simbólico em frente ao Mercado de São Brás. O diretor geral da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Belém, Celso Botelho, explicou que objetivo do evento é apoiar a iniciativa do WWF-Brasil. “Esta organização não governamental vem alertando a sociedade para a questão do aquecimento global, e devemos estar mais conscientes sobre os problemas do meio ambiente”, enfatizou Botelho.
Pelo palco montado em frente ao Mercado Municipal passaram várias atrações, numa noite marcada por apresentações de dança, culto ecumênico e show de bandas de rock.
A participação da capital paraense no evento, segundo o presidente da comissão de meio ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil, José Carlos Lima, era imprescindível. “Belém não poderia deixar de aderir à Hora do Planeta. Como moradores da metrópole da Amazônia, é nossa obrigação nos questionarmos sobre que mundo pretendemos deixar para as futuras gerações e de que forma podemos contribuir para preservar o meio ambiente”, concluiu José Carlos.
A turismóloga Caroline Oliveira, de 24 anos, fez questão de ressaltar a expectativa que o evento gerou entre a vizinhança do Mercado de São Braz. “Reuni os amigos para este momento, nós sabíamos o quanto era importante fazer parte desse movimento contra o aquecimento global”. A mesma alegria foi compartilhada pelo Grupo Escoteiro Grão Pará, com presença maciça dos componentes, de várias idades, para mostrar que são amantes da natureza.
A programação da noite contou ainda com um culto ecumênico em defesa do planeta, quando foram entoados cânticos de louvor. Em seguida foi exibido um vídeo que mostrou os impactos da ação predatória do homem sobre o meio ambiente e as consequências das mudanças climáticas. Na hora do “apagão” o grupo de Expressão Pará Folclórico Sabor Marajoara convidou todos a dançarem ritmos tipicamente paraenses. A programação terminou com a apresentação de bandas de rock.
Sobre o mercado de São Brás
Na Praça Floriano Peixoto, próximo à antiga “Estação de Ferro de Bragança”, foi construído o mercado de São Brás, na primeira década do século XX, em função da grande movimentação comercial gerada pela ferrovia Belém/Bragança. Na mesma época, o intendente Antônio Lemos estabeleceu uma política para descentralizar o abastecimento da cidade, até então concentrado no Ver-o-Peso. O abastecimento começou a ser expandido para os bairros, a exemplo do que ocorreu em São Brás. O mercado de São Brás foi inaugurado no dia 21 de maio de 1911, em estilo art nouveau e neoclássico. Em suas dependências, funcionam lojas de artesanato, produtos agrícolas, domésticos e vestuário.
Acre apaga as luzes na Hora do Planeta
O Acre é conhecido mundialmente, dentre outros aspectos, pela biodiversidade e pela história de luta em defesa da conservação e dos povos da floresta. O estado que deu para o mundo líderes como o seringueiro Chico Mendes e que dá exemplos de desenvolvimento com sustentabilidade, participou ativamente da Hora do Planeta 2010.
Com a adesão do Governo Estadual e da Prefeitura de Rio Branco ao movimento, a capital acreana ficou às escuras por uma hora para participar da maior mobilização mundial em defesa do meio ambiente e de alerta ao aquecimento global. Foram apagadas as luzes do Palácio Rio Branco – sede do governo -, a Assembleia Legislativa e o Horto Florestal, onde está instalada a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Além dos edifícios públicos, centenas de residências também tiveram as luzes desligadas pela população, em uma adesão espontânea ao movimento. O governador do Acre, Binho Marques, classificou a mobilização como um sucesso. “O Acre está na vanguarda de combater o desmatamento e de valorizar a floresta, isso está em nossa história. Estamos comprometidos com a construção de uma economia de baixo carbono e nossa participação na Hora do Planeta vem reforçar esse trabalho”, descreveu o governador.
Notícias da Hora do Planeta desde acampamentos na Namíbia até a Cidade Luz
Número total de países e territórios até o momento: 126
Número total de cidades e municípios até o momento: acima de 4,000
Cidades, vilas e municípios de Namíbia ao Kósovo desligaram as luzes as 20:30 hora local:
Windhoek, Namíbia:
As luzes foram apagadas na Namíbia e os alojamentos no famoso Parque Namib Naukluft no deserto de Namib ficaram no escuro para demonstrar seu apoio, como também fizeram nas instalações do parque nacional Etosha e o jantar foi servido a luz de velas em muitas alojamentos de parques em todo o pais.
Amsterdã, Holanda:
Amsterdã, a capital da Holanda, desligou as luzes na maioria de prédios públicos da cidade inclusive no aeroporto Schiphol, o zoológico Artis e a Arena de Amsterdã. O Hotel Hiltoi Amsterdã, onde há 41 anos em 1969 (29/03) John Lennon e a Yoko Ono ficaram na cama por vários dias em prol da paz, também ficou às escuras para apoiar o gesto da Hora do Planeta.
A Bélgica: Cerca de 300 cidades, municípios e vilas da Bélgica deram seu apoio à Hora do Planeta. Em todo o país, a iluminação das rodovias foi desligada salvo das placas marcando as entradas e saídas e as áreas de emergência.
Em Bruxelas, o famoso e emblemático Atomium desligou a iluminação como também a Prefeitura, a Grand Place e a Eglise Royale Saint-Marie. As instalações do Parlamento e da Comissão Européia, em Bruxelas, que é capital da União Européia, também desligaram as luzes.
Alemanha: a primeira vez do Portal de Brandenburgo
Houve uma participação maior desta vez na Alemanha onde pela primeira vez a iluminação foi apagada daquele rival do Arco do Triunfo de Paris, o Portal de Brandenburgo, em Berlim. Pela primeira vez os dois arcos ficaram no escuro na mesma hora para apoiar uma campanha persistente que quer soluções para a questão das mudanças climáticas. Outros notáveis monumentos alemães que participaram apagando suas luzes foram o Castelo de Heidelberg e o Catedral de Colônia.
“O WWF tem toda razão. Todo mundo pode contribuir de alguma maneira. Eu fico feliz em poder contribuir porque cada contribuição individual faz alguma diferença” disse Roger Cicero, músico alemão de jazz.
República Tcheca: Estréia na Hora do Planeta.
As luzes foram desligadas na cidade Tcheca de Telc com sua praça histórica listada como patrimônio da humanidade pela Unesco, para marcar a primeira participação do país na Hora do Planeta que envolveu25 cidades e vilas em todo o país.
Na segunda maior cidade Brno, a iluminação do do famoso cartão postal, o castelo Špilberk foi desligada.
Suiça: a maioria das grandes cidade na Suíça aderiram e conseguiram uma boa representação de monumentos associados a todos os grupos linguísticos que habitam o país: o catedral de Lausanne e a chafariz Jet d’Eau, em Genebra, alem da prefeitura e catedral de Zurique e os três castelos de Bellinzona’s, também listados como patrimônios.
Espanha: Os organizadores estimam que este ano, seis milhões de pessoas tenham participado na Hora do Planeta na Espanha. Pelo menos 200 cidades ficaram no escuro para mostrar seu apoio para as ações dirigidas às mudanças climáticas e as histórias do evento estão em primeiro plano das notícias durante a noite.
Em Madrid, mais de 2,000 pessoas com velas congregaram no Parque del Retiro, enquanto o som de tambores e musica acústica marcaram o início da Hora. O Palácio Real, o Escorial e Puerta de Alcala ficaram às escuras.
“Madrid estava incrível. Muito mais prédios desligaram as luzes este ano de que em anos anteriores e o impacto visual foi espetacular”, exultou organizador da Hora do Planeta, Miguel A. Valladares.
A Espanha marcou a entrada da Hora do Planeta com uma Corrida para o Planeta que terminou na Puerta de Alcalana na Praça da Independência, em Madrid, um pouco antes da iluminação do monumental portal neoclássico ser desligada. Depois do evento Laura de Morena declarou, “Estou muito orgulhoso por ser um dos primeiros ganhadores da corrida para o planeta. Eu acho que iniciativas deste tipo são necessárias para conscientizar todo mundo em relação à importância do combate às mudanças climáticas. No ano que vem estarei aqui de novo”.
Alguns dos monumentos mais famosos da Espanha desligaram suas luzes mais uma vez devido ao um acordo de parceria com o órgão responsável pelo patrimônio histórico entre eles: os palácios reais em Madrid e outros lugares e o Alhambra de Granada.
O rico tecido da história espanhola e visível também nas mais de 170 cidades e vilas participantes, entre elas Toledo, Cartagena e Sevilha. O renomado diretor de cinema Pedro Almovadar anunciou bem antes que “Mudanças climáticas são o maior ameaça ambiental que nós temos que encarar. Por isto eu pessoalmente, apoio de coração a campanha do WWF ‘Desligue a luz. Ligue a Terra’.”
Portugal: a segunda maior cidade de Portugal, Porto, aderiu à Hora do Planeta pela primeira vez este ano e desligou a iluminação de nada menos que 43 dos seus monumentos.
A capital, Lisboa, a primeira cidade global do país também desligou a iluminação de muitos monumentos entre os quais: o Castelo de São Jorge, a estátua do Marquês de Pombal, o Mosteiro dos Jeronimistas e a Torre de Belém.
A Torre de Belém foi construída para ser uma fortaleza e guarnecer a entrada do porto de Lisboa. Foi o ponto de partida de muitas viagens de descobrimento.
Roma, Itália: o mais famoso chafariz de Roma, a Fontana di Trevi, desligou as luzes durante a Hora do Planeta num apelo por relações mais harmoniosas entre o homem e a natureza.
O chafariz di Trevi tem uma representação do deus Oceanus, o deus de todas as águas, em pé sobre uma concha enorme sendo acompanhado por cavalos. A lenda diz que se você jogar uma moeda sobre seu ombro esquerdo para dentro da água você voltará a Roma.
A cidade eterna, às vezes conhecida como a cidade dos chafarizes, está enfrentando desafios no futuro na medida que a bacia do Mediterrâneo vai secando com o aumento da temperatura global.
Um grito mais alto a favor da Hora do Planeta veio do Coliseu que apelo pela segunda vez por uma abordagem de pão e circo que seja mais sustentável.
Outros monumentos italianos apagaram as luzes inclusive o Palazzo Vecchio na Florença, o Castello Sforzesco em Milão e a Torre de Pisa.
O que eles disseram
Uma coleção de aspas sobre a Hora do Planeta
BAN KI MOON, secretário-geral da ONU
“A mensagem da Hora do Planeta é simples. As mudanças climáticas são uma preocupação de cada um de nós. As soluções estão ao nosso alcance e prontas para serem implementadas por indivíduos, comunidades, empresas e governos ao redor do planeta”.
“A Hora do Planeta é ao mesmo tempo um alerta e uma luz de esperança. Earth Ao desligar luzes não essenciais por uma hora, as pessoas se unem em um ato simbólico que pode inspirar as mudanças que tanto precisamos”.
“Enquanto assistimos às luzes apagando de continente em continente, vamos refletir sobre a fragilidade e a importância da nossa herança natural e assumir um compromisso de proteger essa herança para um futuro sustentável para todos”.
JIM LEAPE, diretor-geral da Rede WWF
“Esta noite, centenas de milhões de pessoas levantam suas vozes ao desligar suas luzes. É um ato simples, mas uma chamada à ação poderosa”.
“Os cidadãos de Pequim se juntaram a milhões de pessoas que demonstraram sua preocupação sobre as mudanças climáticas. A população chinesa não só conhece como sente as ameaças das mudanças climáticas e, por isso, quer ver ações concretas para combater o problema”.
ANDY RIDLEY, fundador da Hora do Planeta
“Quando a Hora do Planeta começou em 2007, em Sidney, nós nunca, nem em nossos mais loucos sonhos, imaginávamos que se espalharia dessa forma. Os cidadãos do mundo sabem que é hora de agir. O planeta não pode esperar”.
“Mais e mais pessoas do mundo, mais e mais empresas e mais e mais comunidades querem agir e ver seus líderes trabalhando por uma solução para um mundo melhor e mais saudável”.
DENISE HAMÚ, secretária-geral do WWF-Brasil
“O WWF-Brasil está muito satisfeito com a receptividade dos brasileiros para a Hora do Planeta 2010, que superou as marcas do ano passado. É por meio de movimentos como esse que a sociedade diz aos governantes que eles precisam agir pelo planeta”.
CARLOS MINC, ministro do Meio Ambiente
“Cada ano mais gente participa desse movimento global, o que é sinal de que consciências estão se acendendo”.
FABIANA MAGUN, participante da Hora do Planeta no Rio de Janeiro
“Sou muito fã de gestos simbólicos que falam alto silenciosamente”.
ARCEBISPO DESMOND TUTU, sul-africano ganhador do Prêmio Nobel da Paz
“Se houvesse uma única hora que importasse e um único nome que contasse, seria a Hora do Planeta”
Mais cedo, o arcebispo descreveu as mudanças climáticas como “a maior crise induzida pelos humanos que o mundo enfrenta atualmente. Essa crise não discrimina raça, cultura, ou religião. Afeta todos os seres humanos do planeta”.
DAVID NUSSBAUM, secretário geral do WWF-Reino Unido
“Sabemos que uma única hora, uma vez por ano, não é suficiente. Mas também sabemos que não há chamada à ação global maior que esteja acessível apenas com um interruptor. Nós acreditamos firmemente que a Hora do Planeta vale a pena”.
WOJCIECH STEPNIEWSKI, Programa de Clima do WWF-Polônia
“Temos apenas cinco anos para transformar radicalmente nossa economia e levá-la para os trilhos do desenvolvimento verde. Se não fizermos isso, teremos que enfrentar as consequências catastróficas das mudanças climáticas”.
“Os ponteiros do relógio estão rodando, e o tempo que nos sobra vai passar tão rápido quando a Hora do Planeta”.
ROGER CICERO, músico de jazz alemão
“A Rede WWF está completamente certa. Todos podemos contribuir, e eu estou muito feliz porque cada contribuição faz a diferença”.
GREG BOURNE, secretário-geral do WWF-Austrália
“Graças à Hora do Planeta, todo o mundo pode ver que todo mundo está preocupado com as mudanças climáticas”.
CLOVER MOORE, prefeito de Sidney
“A Hora do Planeta conclama uma ação global e convoca as pessoas a mudar o que fazem em seu dia a dia”.
“A Hora do Planeta diz respeito ao que fazemos pessoalmente e ao que esperamos mudar em nossos líderes de governo”
PEDRO ALMADOVAR, diretor de cinema espanhol
“As mudanças climáticas são a maior ameaça ambiental que estamos enfrentando”.
Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes.
CARACA…QUANTA COISA!!!rsrs…
Vou demora um século p/ ler isso tdo vissi!?
Bela Regina, un millón de Beijinhos en tu corazón!
Adiós!
AH…a imagem da NASA tá um swou!!!
Nossaaa!!!!!
Obrigada Rê, agora é só ler isso tudo, rsrsrs.
beijos doces.
Helen
Oi, Rê!
Que bonitinho! *-*
Beijos,
Dai
Meninas: Dai, Fabí e Rê!
Nossa foi tão bom sonhar com vocês. E sabe a hora quando eu ia perguntar para a Rê se ela precisava de ajuda (Ela estava numa cozinha daquelas beem antigonas. Com fogão a lenha e tudo e nós estávamos numa mesa conversando) aí eu estava indo em direção a cozinha, olhei pra Fabí e ela e eu saímos correndo pra ver quem perguntyava primeiro. kkkk
E a Dai só rindo. Aí eu dizia “Fabí, sua chata!” kkkkkkkk
O mais engraçado foi a cara de espanto da Regina quando nós duas chegamos correndo.
Ah! Rê, você cozinha tãão bem. Não me lembro de ter comido, mas a cara estava óóótima! rs
PS. Desculpa a empolgação daquele dia, mas é que é tão, mais tão raro sonhar contigo Rê, que a pessoa se empolga. E é tão bom sentir a sensação de ter você ao meu lado. Aí bate a empolgação de te contar. Desculpa aê tá! rs
beeeeeeeeijãão ♥
“E é tão bom sentir a sensação de ter você ao meu lado. Aí bate a empolgação de te contar.”
Mari,
eu sei exatamente como é essa empolgação de contar um sonho pra Rê. ♥
Eu só ria no teu sonho. Aiaiai. Reflexo da realidade. rs
Sabe, geralmente, quando estou com um grupo de amigos, eu só rio mesmo, quase não falo nada. Prefiro ficar obEservando o movimento.
Rê,
faz tanto tempo que não sonho contigo, alias, quase não tenho lembrado dos meus sonhos. Sonhar, eu sei que sonho, pois quem é normal sonha todos os dias. Meu inconsciente tá com tilt, decerto. Ou será que deixei de ser normal?! rs
É através do sonho que tenho certeza que eu dormi. Gosto de lembrar dos meus sonhos logo que acordo.
Essa semana sonhei com algumas pessoas do blog. Sonhei com a Lu Gomes, aquela sumida. *-*
Beijos,
Dai
Oiee querida estou com saudades de te ver na telinha..
adoro vc!!!
Assistia casos de familia tds os dias;*
que Deus abençoe sua vida grandemente pois vc merece vc é uma guerreira..
Beijinhos S2