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	<title>Comentários sobre: Nos desacostumamos a ver rostos de gente normal</title>
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		<title>Por: kayane</title>
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		<dc:creator>kayane</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 16:52:52 +0000</pubDate>
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		<description>Regina,dia 27/06/08 fui assistir seu programa aí no estúdio,o programa todo eu segurei as lágrimas de tão emocionada que eu fiquei em ti ver,a maior felicidade da minha vida consegui te dar um abraço e tirar uma foto com vc!!!quando cheguei em casa disparei a chorar durante horas.eu te amO D +
bjssss
aaaaa não consigo mais parar de olhar a foto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regina,dia 27/06/08 fui assistir seu programa aí no estúdio,o programa todo eu segurei as lágrimas de tão emocionada que eu fiquei em ti ver,a maior felicidade da minha vida consegui te dar um abraço e tirar uma foto com vc!!!quando cheguei em casa disparei a chorar durante horas.eu te amO D +<br />
bjssss<br />
aaaaa não consigo mais parar de olhar a foto.</p>
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	<item>
		<title>Por: Patricia</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-3676</link>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 12:14:03 +0000</pubDate>
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		<description>oiiiiii
MEU nome é Patricia,tenho 21 anos e assisto seu programa desde o 1º dia ,é sensacional.Todos os dias venho correndo do trabalho só para te assistir.
 Espero e peço muito a Deus que lhe der muita força para que possa continuar a ajudar muitas pessoas no sentido de psiquico.
  Voçê passa  uma clareza e firmeza no seu falar que não só incentiva a ação como a reflexão do assunto.

um bjo grande no coração....


(rio de janeiro)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oiiiiii<br />
MEU nome é Patricia,tenho 21 anos e assisto seu programa desde o 1º dia ,é sensacional.Todos os dias venho correndo do trabalho só para te assistir.<br />
 Espero e peço muito a Deus que lhe der muita força para que possa continuar a ajudar muitas pessoas no sentido de psiquico.<br />
  Voçê passa  uma clareza e firmeza no seu falar que não só incentiva a ação como a reflexão do assunto.</p>
<p>um bjo grande no coração&#8230;.</p>
<p>(rio de janeiro)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lilia Mria Teves Scattini</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-2635</link>
		<dc:creator>Lilia Mria Teves Scattini</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 23:31:48 +0000</pubDate>
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		<description>Avec élégance      
Hoje a maioria das pessoas que  têm  acesso  à  informação  sabe  que  é peruíce usar uma blusa de paetês às duas da tarde e  que  é  deselegante comparecer a  um  casamento  sem  gravata. Constanza Pascolato, Glória Kalil, Célia Ribeiro, Fernando Barros e Cláudia Matarazzo são alguns dos jornalistas especializados em ajudar os outros a  não  cometerem  gafes na hora de se vestir ou de se portar à mesa. Mas existe uma coisa difícil de ser ensinada e  que, talvez  por  isso,  esteja cada  vez  mais  rara: a elegância do comportamento. 

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que  abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até  a  hora  de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando  não  há festa alguma ou fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. 

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E  quando  falam, passam  longe da fofoca, das pequenas maldades amplificadas no boca a boca. 

É possível detectá-la  nas  pessoas  que  não  usam  tom  superior  ao  se dirigir à  empregadas  domésticas, garçons  ou  frentistas. Nas  pessoas que evitam  assuntos  constrangedores  porque  não  sentem  prazer  em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. 

Elegante é quem demonstra interesse por  assuntos  que desconhece,  é quem dá um presente sem data de aniversário por perto, é quem cumpre o que promete e, ao receber  uma  ligação  telefônica, não  recomenda à secretária que pergunte antes  quem  está  falando  e  só  depois manda dizer se está ou não está. 

Oferecer  flores  é  sempre  elegante. É  elegante  não  ficar  espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se  adaptar  ao  de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. 

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma  visão  generosa  do  mundo,  a estar nele de uma forma não  arrogante. Pode-se  tentar  capturar  esta delicadeza   natural   através   da   observação,  mas  tentar  imitá-la  é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social:  é  só  pedir  licencinha  para  o  nosso lado brucutu,   aquele  que   acha   que &quot; com  amigo  não  tem  que ter  essas frescuras&quot;. Se  os  amigos  não  merecem   uma  certa  cordialidade,  os inimigos é que não irão um dia desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura. 

 Martha Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Avec élégance<br />
Hoje a maioria das pessoas que  têm  acesso  à  informação  sabe  que  é peruíce usar uma blusa de paetês às duas da tarde e  que  é  deselegante comparecer a  um  casamento  sem  gravata. Constanza Pascolato, Glória Kalil, Célia Ribeiro, Fernando Barros e Cláudia Matarazzo são alguns dos jornalistas especializados em ajudar os outros a  não  cometerem  gafes na hora de se vestir ou de se portar à mesa. Mas existe uma coisa difícil de ser ensinada e  que, talvez  por  isso,  esteja cada  vez  mais  rara: a elegância do comportamento. </p>
<p>É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que  abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até  a  hora  de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando  não  há festa alguma ou fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. </p>
<p>É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E  quando  falam, passam  longe da fofoca, das pequenas maldades amplificadas no boca a boca. </p>
<p>É possível detectá-la  nas  pessoas  que  não  usam  tom  superior  ao  se dirigir à  empregadas  domésticas, garçons  ou  frentistas. Nas  pessoas que evitam  assuntos  constrangedores  porque  não  sentem  prazer  em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. </p>
<p>Elegante é quem demonstra interesse por  assuntos  que desconhece,  é quem dá um presente sem data de aniversário por perto, é quem cumpre o que promete e, ao receber  uma  ligação  telefônica, não  recomenda à secretária que pergunte antes  quem  está  falando  e  só  depois manda dizer se está ou não está. </p>
<p>Oferecer  flores  é  sempre  elegante. É  elegante  não  ficar  espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se  adaptar  ao  de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. </p>
<p>Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma  visão  generosa  do  mundo,  a estar nele de uma forma não  arrogante. Pode-se  tentar  capturar  esta delicadeza   natural   através   da   observação,  mas  tentar  imitá-la  é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social:  é  só  pedir  licencinha  para  o  nosso lado brucutu,   aquele  que   acha   que &#8221; com  amigo  não  tem  que ter  essas frescuras&#8221;. Se  os  amigos  não  merecem   uma  certa  cordialidade,  os inimigos é que não irão um dia desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura. </p>
<p> Martha Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: laylla</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-2548</link>
		<dc:creator>laylla</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 16:04:45 +0000</pubDate>
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		<description>te adoro muito regina bjssssssss</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>te adoro muito regina bjssssssss</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lilia Mria Teves Scattini</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-2455</link>
		<dc:creator>Lilia Mria Teves Scattini</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 14:15:04 +0000</pubDate>
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		<description>A gente acaba aprendendo.
Ricardo Gondim


A gente não devia, mas acaba aprendendo. A vida é dura; os dias, maus; a convivência com os outros, complicada; por isso, nos especializamos na arte de enganar. 

A gente acaba aprendendo a disfarçar as angústias mais profundas. Bastam algumas sessões fotográficas para o desenho da boca não denunciar qualquer dor e os olhos deixarem de ser janelas da alma. Cumprimentamos polidamente; mudamos de assunto (vai chover hoje?); olhamos em outra direção. Qualquer movimento serve, desde que nunca se evidenciem nossas fragilidades, nossos medos, nossas ansiedades. 

A gente acaba aprendendo a empurrar com a barriga, a não se afobar, a adiar, a procrastinar. Não nos inquietamos com o disperder da vida; somos azes em projetar para o além o dever de existir hoje. Complacentes, esquecemos de querer bem, de cuidar do próximo, de fazer diferença. 

A gente acaba aprendendo a não balançar o barco. Não é difícil perceber o tipo de conversa que as pessoas querem; se for triviliadade, esse será o papo; se querem ser enganadas, oferecemos ilusões. Ensinaram-nos que “é melhor um covarde vivo, do que um herói morto”. Assim, criativos, reciclamos os chavões do senso comum e ficamos “numa boa com a galera”. &quot;Deixa quieto&quot;, repetimos para nós mesmos e preservamos nossa reputação, garantimos nosso salário; e ninguém vai se magoar com a nossa vidinha.

A gente acaba aprendendo a arte do bom-mocismo; cedo nos especializamos em bajular o professor, a enrolar a namorada, a tapear o patrão, a arranjar desculpas para os atrasos. Depois, tudo fica fácil: fazemos orações aos berros e impressionamos com nossa “ousadia de desafiar Deus”; aprendemos a eleger uns poucos mandamentos que nos parecem bem fáceis e intimidamos nossos adversários com uma auréola de “santidade”; dramatizamos com uma cara de humilde e emplacamos como os únicos herdeiros do Reino de Deus. 

A gente acaba aprendendo a ser altruísta quando for vantajoso; a perdoar como uma vingança; a mostrar paciência para usufruir da “lei da semeadura e da ceifa”; a abrir mão dos direitos, porque existem promessas de que Deus abençoa os mansos. 

A gente acaba aprendendo a usar máscara, a trocar de fantasia, a mimetizar os ambientes, a vestir saco e cilícios. Personificamos qualquer personagem. Quando necessário, encenamos bardos, parnasianos, românticos, pierrôs, anedotistas, vestais, místicos. E que ninguém nos acuse de cousa alguma, pois somos os mais probos, os mais cândidos, os mais angélicos. 

E assim, de decoro em decoro, de incorruptibilidade em incorruptibilidade, de sobriedade em sobriedade, tornamo-nos sepulcros caiados, guias cegos, serpentes, raça de víboras; enfim, fariseus hipócritas. 

Acho que chegou a hora de desaprender.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A gente acaba aprendendo.<br />
Ricardo Gondim</p>
<p>A gente não devia, mas acaba aprendendo. A vida é dura; os dias, maus; a convivência com os outros, complicada; por isso, nos especializamos na arte de enganar. </p>
<p>A gente acaba aprendendo a disfarçar as angústias mais profundas. Bastam algumas sessões fotográficas para o desenho da boca não denunciar qualquer dor e os olhos deixarem de ser janelas da alma. Cumprimentamos polidamente; mudamos de assunto (vai chover hoje?); olhamos em outra direção. Qualquer movimento serve, desde que nunca se evidenciem nossas fragilidades, nossos medos, nossas ansiedades. </p>
<p>A gente acaba aprendendo a empurrar com a barriga, a não se afobar, a adiar, a procrastinar. Não nos inquietamos com o disperder da vida; somos azes em projetar para o além o dever de existir hoje. Complacentes, esquecemos de querer bem, de cuidar do próximo, de fazer diferença. </p>
<p>A gente acaba aprendendo a não balançar o barco. Não é difícil perceber o tipo de conversa que as pessoas querem; se for triviliadade, esse será o papo; se querem ser enganadas, oferecemos ilusões. Ensinaram-nos que “é melhor um covarde vivo, do que um herói morto”. Assim, criativos, reciclamos os chavões do senso comum e ficamos “numa boa com a galera”. &#8220;Deixa quieto&#8221;, repetimos para nós mesmos e preservamos nossa reputação, garantimos nosso salário; e ninguém vai se magoar com a nossa vidinha.</p>
<p>A gente acaba aprendendo a arte do bom-mocismo; cedo nos especializamos em bajular o professor, a enrolar a namorada, a tapear o patrão, a arranjar desculpas para os atrasos. Depois, tudo fica fácil: fazemos orações aos berros e impressionamos com nossa “ousadia de desafiar Deus”; aprendemos a eleger uns poucos mandamentos que nos parecem bem fáceis e intimidamos nossos adversários com uma auréola de “santidade”; dramatizamos com uma cara de humilde e emplacamos como os únicos herdeiros do Reino de Deus. </p>
<p>A gente acaba aprendendo a ser altruísta quando for vantajoso; a perdoar como uma vingança; a mostrar paciência para usufruir da “lei da semeadura e da ceifa”; a abrir mão dos direitos, porque existem promessas de que Deus abençoa os mansos. </p>
<p>A gente acaba aprendendo a usar máscara, a trocar de fantasia, a mimetizar os ambientes, a vestir saco e cilícios. Personificamos qualquer personagem. Quando necessário, encenamos bardos, parnasianos, românticos, pierrôs, anedotistas, vestais, místicos. E que ninguém nos acuse de cousa alguma, pois somos os mais probos, os mais cândidos, os mais angélicos. </p>
<p>E assim, de decoro em decoro, de incorruptibilidade em incorruptibilidade, de sobriedade em sobriedade, tornamo-nos sepulcros caiados, guias cegos, serpentes, raça de víboras; enfim, fariseus hipócritas. </p>
<p>Acho que chegou a hora de desaprender.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Simone</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-1627</link>
		<dc:creator>Simone</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 22:41:41 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Regina, 

Eu recebi esse texto por e-mail, e resolvi compartilhar com vc, espeto que goste.

IRRETOCÁVEL

Tenho cabelos vermelhos, pintados, para esconder os fios brancos.
 
Não me lembro exatamente em que ano eles começaram a branquear...

Tenho algumas rugas em volta dos olhos, também não me recordo quando elas começaram a aparecer.
 
Tento disfarçá-las, tantas novidades no campo da dermatologia, 
achei por bem aproveitá-las.

Do corpo não cuido quase, só recentemente entrei para uma 
academia por ordem médica. 
 
Ele me disse que na minha idade preciso de exercícios. 
Mais falto mais do que vou, não gosto de fazer ginástica.

Das minhas unhas cuido semanalmente, penso que elas são uma porta de visita. 
Unhas maltratadas causam uma péssima impressão.

De uns dois anos pra cá descobri os cremes e aí compro um aqui, outro ali e no final não uso nenhum, mas compro, só de olhá-los na prateleira já percebo que as rugas se retraem.

Sou assim, vaidosa, mas não sou em excesso, penso que sou na medida certa, na medida correta para uma mulher.

Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, 
não temos como conter.
Nem pretendo isso.
 
Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história.
 
Às vezes me pego na frente do espelho descobrindo uma nova ruguinha e já me coloco a pensar o que a causou.
 
Depois reencontro com outra que já está lá vincada há anos e me recordo que ela apareceu quando perdi um grande amor.
 
Poderia enumerar também a história de cada fio de cabelo branco. 
Foram filhos, maridos, amigos que colocaram eles ali. 
Não quero me desfazer de nenhuma dessas marcas, apenas amenizá-las, acho que mereço isso. 
A vida me deve isso.

Atualmente a parte que merece mais atenção minha tem sido a cabeça. 
Tento todos os dias colocá-la no lugar, equilibrá-la, alimentá-la com sonhos e alegrias. 
Corpo e mente caminham juntos, se um estiver em estado lastimável o outro provavelmente vai se deteriorar.

Não escondo minha idade, não adiantaria falar que tenho trinta e cinco e apresentar uma filha de vinte e sete. 
Portanto eu confesso, tenho quarenta e oito anos. 
Metade deles, bem vividos, a outra metade  muito sofridos. 
 
Mas é exatamente aí que está o encanto da minha idade. 
Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos e ambos me 
fizeram ser essa pessoa que sou hoje. 

Ficaram as rugas no rosto e na alma, mas também ficaram sorrisos em ambos. 

Minhas rugas mais bonitas são aquelas marcas de expressão que eu adquiri por tanto sorrir, muitas vezes, quando o coração chorava.  
   
  SILVANA DUBOC</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Regina, </p>
<p>Eu recebi esse texto por e-mail, e resolvi compartilhar com vc, espeto que goste.</p>
<p>IRRETOCÁVEL</p>
<p>Tenho cabelos vermelhos, pintados, para esconder os fios brancos.</p>
<p>Não me lembro exatamente em que ano eles começaram a branquear&#8230;</p>
<p>Tenho algumas rugas em volta dos olhos, também não me recordo quando elas começaram a aparecer.</p>
<p>Tento disfarçá-las, tantas novidades no campo da dermatologia,<br />
achei por bem aproveitá-las.</p>
<p>Do corpo não cuido quase, só recentemente entrei para uma<br />
academia por ordem médica. </p>
<p>Ele me disse que na minha idade preciso de exercícios.<br />
Mais falto mais do que vou, não gosto de fazer ginástica.</p>
<p>Das minhas unhas cuido semanalmente, penso que elas são uma porta de visita.<br />
Unhas maltratadas causam uma péssima impressão.</p>
<p>De uns dois anos pra cá descobri os cremes e aí compro um aqui, outro ali e no final não uso nenhum, mas compro, só de olhá-los na prateleira já percebo que as rugas se retraem.</p>
<p>Sou assim, vaidosa, mas não sou em excesso, penso que sou na medida certa, na medida correta para uma mulher.</p>
<p>Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós,<br />
não temos como conter.<br />
Nem pretendo isso.</p>
<p>Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história.</p>
<p>Às vezes me pego na frente do espelho descobrindo uma nova ruguinha e já me coloco a pensar o que a causou.</p>
<p>Depois reencontro com outra que já está lá vincada há anos e me recordo que ela apareceu quando perdi um grande amor.</p>
<p>Poderia enumerar também a história de cada fio de cabelo branco.<br />
Foram filhos, maridos, amigos que colocaram eles ali.<br />
Não quero me desfazer de nenhuma dessas marcas, apenas amenizá-las, acho que mereço isso.<br />
A vida me deve isso.</p>
<p>Atualmente a parte que merece mais atenção minha tem sido a cabeça.<br />
Tento todos os dias colocá-la no lugar, equilibrá-la, alimentá-la com sonhos e alegrias.<br />
Corpo e mente caminham juntos, se um estiver em estado lastimável o outro provavelmente vai se deteriorar.</p>
<p>Não escondo minha idade, não adiantaria falar que tenho trinta e cinco e apresentar uma filha de vinte e sete.<br />
Portanto eu confesso, tenho quarenta e oito anos.<br />
Metade deles, bem vividos, a outra metade  muito sofridos. </p>
<p>Mas é exatamente aí que está o encanto da minha idade.<br />
Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos e ambos me<br />
fizeram ser essa pessoa que sou hoje. </p>
<p>Ficaram as rugas no rosto e na alma, mas também ficaram sorrisos em ambos. </p>
<p>Minhas rugas mais bonitas são aquelas marcas de expressão que eu adquiri por tanto sorrir, muitas vezes, quando o coração chorava.  </p>
<p>  SILVANA DUBOC</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luciene rodrigues</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-1588</link>
		<dc:creator>luciene rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2008 14:09:55 +0000</pubDate>
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		<description>BOM DIA REGINA.ESTOU MUITO EMOCIONADA ,A MUITO TEMPO QUE ESTOU TENTANDO TE DIZER O QUANTO VC É IMPORTANTE PARA A MINHA VIDA(MAISA Q É UMA FOFA E ME AJUDOU).SOU DO RIO DE JANEIRO ,CASADA, TENHO 30 ANOS E DOIS FILHOS MARAVILHOSOS(RAFAEL 12 ANOS)E (RENAN 09 ANOS)O SEU PROGRAMA MUDOU A MEU MODO DE PENSAR E AGIR COM AS PESSOAS .EU ERA UMA PESSOA MUITO NERVOSA ,IRRITADA AGORA ASSISTINDO O SEU PROGRAMA COMECEI A VER A VIDA DE OUTRA MANEIRA.MUITO OBRIGADA POR VC EXISTIR EM NOSSAS VIDAS SÃO DE PESSOAS COMO VC QUE O MUNDO PRECISA.SE TODOS FOSSEM NO MUNDO IGUAIS A VC....... BEIJOS TE ADORO .ESPERO PODER UM DIA TE DAR UM ABRAÇO PESSOALMENTE!!TE ADDDDDDORO!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BOM DIA REGINA.ESTOU MUITO EMOCIONADA ,A MUITO TEMPO QUE ESTOU TENTANDO TE DIZER O QUANTO VC É IMPORTANTE PARA A MINHA VIDA(MAISA Q É UMA FOFA E ME AJUDOU).SOU DO RIO DE JANEIRO ,CASADA, TENHO 30 ANOS E DOIS FILHOS MARAVILHOSOS(RAFAEL 12 ANOS)E (RENAN 09 ANOS)O SEU PROGRAMA MUDOU A MEU MODO DE PENSAR E AGIR COM AS PESSOAS .EU ERA UMA PESSOA MUITO NERVOSA ,IRRITADA AGORA ASSISTINDO O SEU PROGRAMA COMECEI A VER A VIDA DE OUTRA MANEIRA.MUITO OBRIGADA POR VC EXISTIR EM NOSSAS VIDAS SÃO DE PESSOAS COMO VC QUE O MUNDO PRECISA.SE TODOS FOSSEM NO MUNDO IGUAIS A VC&#8230;&#8230;. BEIJOS TE ADORO .ESPERO PODER UM DIA TE DAR UM ABRAÇO PESSOALMENTE!!TE ADDDDDDORO!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Silvia Alves</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-1109</link>
		<dc:creator>Silvia Alves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 14:37:30 +0000</pubDate>
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		<description>Regina!

Amo o seu programa e a maneira que você o conduz.
Admiro a sua classe e a capacidade de captar a intenção das pessoas por mais disfarçadas que estejam. Seus conselhos juntamente aos dos psicólogos que atuam são preciosos.
Pena que você não está no horário nobre da televisão, pois eu deixaria de assistir outros programas para ver o seu.
Devido ao meu horário de trabalho só posso assisti-lo nos feriados e férias.

Parabéns continue assim...
Quem sabe no futuro você encontre um espaço maior na televisão e possa trazer pessoas de valor para serem entrevistadas, exemplo: Gente que faz.

Um grande abraço.

Silvia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regina!</p>
<p>Amo o seu programa e a maneira que você o conduz.<br />
Admiro a sua classe e a capacidade de captar a intenção das pessoas por mais disfarçadas que estejam. Seus conselhos juntamente aos dos psicólogos que atuam são preciosos.<br />
Pena que você não está no horário nobre da televisão, pois eu deixaria de assistir outros programas para ver o seu.<br />
Devido ao meu horário de trabalho só posso assisti-lo nos feriados e férias.</p>
<p>Parabéns continue assim&#8230;<br />
Quem sabe no futuro você encontre um espaço maior na televisão e possa trazer pessoas de valor para serem entrevistadas, exemplo: Gente que faz.</p>
<p>Um grande abraço.</p>
<p>Silvia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Erica Ferraz</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-1073</link>
		<dc:creator>Erica Ferraz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 02:32:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-1073</guid>
		<description>Oi Regina, 
Realmente hoje em dia tudo gira em torno da beleza e se você não está &quot;bonita&quot; (de acordo com o que a sociedade impõe) você não está na moda e com isso as pessoas te olham e te tratam de maneira diferente, as vezes até incoscientemente. Eu tenho 25 anos e a cerca de uns 8 anos fiquei com uma cicatriz no rosto (grandinha) e outras marquinhas pequenas, antes eu nao ligava (porque pensava que o importante era ter ficado curada), mas hoje em dia me incomoda, porque com esse padrão de beleza imposto, acho que as pessoas vão olhar e podem não gostar (eu sou muito tímida e me preocupo com a opinião das delas. Ah! se eu for em janeiro no seu programa com o pessoal do orkut, que eu também participo, voce vai me conhecer! Na minha opinião as pessoas acabam se tornando &quot;escravas&quot; da beleza, em busca de um esteriótipo de que talvez seja inacansável, mas espero que um dia isso mude e as pessoas dêem valor umas as outras não pela aparência e sim pelo que elas são, acho que a vida seria mais fácil e com certeza muito melhor.
Mil beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Regina,<br />
Realmente hoje em dia tudo gira em torno da beleza e se você não está &#8220;bonita&#8221; (de acordo com o que a sociedade impõe) você não está na moda e com isso as pessoas te olham e te tratam de maneira diferente, as vezes até incoscientemente. Eu tenho 25 anos e a cerca de uns 8 anos fiquei com uma cicatriz no rosto (grandinha) e outras marquinhas pequenas, antes eu nao ligava (porque pensava que o importante era ter ficado curada), mas hoje em dia me incomoda, porque com esse padrão de beleza imposto, acho que as pessoas vão olhar e podem não gostar (eu sou muito tímida e me preocupo com a opinião das delas. Ah! se eu for em janeiro no seu programa com o pessoal do orkut, que eu também participo, voce vai me conhecer! Na minha opinião as pessoas acabam se tornando &#8220;escravas&#8221; da beleza, em busca de um esteriótipo de que talvez seja inacansável, mas espero que um dia isso mude e as pessoas dêem valor umas as outras não pela aparência e sim pelo que elas são, acho que a vida seria mais fácil e com certeza muito melhor.<br />
Mil beijos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Volpato</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-541</link>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 14:56:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-541</guid>
		<description>Fabiana,
obrigada pelo poema. Eu não conhecia.
Beijos,
Regina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabiana,<br />
obrigada pelo poema. Eu não conhecia.<br />
Beijos,<br />
Regina</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Volpato</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-540</link>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 14:52:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-540</guid>
		<description>Bárbara,
entre e fique`a vontade! 
Eu leio, sim, o que é escrito. Talvez não no dia em que os comentários são enviados. Mas,`a medida do possível, me dedico a respondê-los também. Obrigada pela sugestão e pelos elogios. Beijos,
Regina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bárbara,<br />
entre e fique`a vontade!<br />
Eu leio, sim, o que é escrito. Talvez não no dia em que os comentários são enviados. Mas,`a medida do possível, me dedico a respondê-los também. Obrigada pela sugestão e pelos elogios. Beijos,<br />
Regina</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Volpato</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-538</link>
		<dc:creator>Regina Volpato</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 14:33:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-538</guid>
		<description>Bruno,
obrigada por ter escrito. Parabéns por ter se superado.
Abraço,
Regina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno,<br />
obrigada por ter escrito. Parabéns por ter se superado.<br />
Abraço,<br />
Regina</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Patricia Carvalho</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-515</link>
		<dc:creator>Patricia Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 03:25:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-515</guid>
		<description>Olá Regina. Tudo bem? Espero que sim. Quero parabenizá-la pelo seu trabalho. Desde que vi seu blog estava tentando mandar uma mensagem e não dava certo. Só agora encontrei o espaço. Sou um pouco Bridget Jones - aquela jornalista doida do filme &quot;O Diário de Briget Jones&quot;. Assim como você, também sou jornalista. 
Gosto de assistir Casos de Família não só por causa dos temas, mas também pela maneira como você conversa com os convidados. Sempre educada, gentil, carinhosa e coerente quando expõe sua opinião no fim do programa. Adoro o Dr. Hildo e a Dra. Anahi. Gosto quando eles dão aquele puxão de orelha bravo nos seus entrevistados. Percebi que, quando você não concorda com algo isso automaticamente fica refletido em seu rosto. Fica séria aos chamar os comerciais e não sorri como sempre faz.
Gosto de sua postura perante o programa. Quando escrevi o livro Mulheres Jornalistas - Perfis, onde retrato o perfil de oito jornalistas não sabia sobre você, porque senão tentaria entrevistá-la também. 
Bom, me despeço
Boa semana pra você
beijos
Patrícia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Regina. Tudo bem? Espero que sim. Quero parabenizá-la pelo seu trabalho. Desde que vi seu blog estava tentando mandar uma mensagem e não dava certo. Só agora encontrei o espaço. Sou um pouco Bridget Jones &#8211; aquela jornalista doida do filme &#8220;O Diário de Briget Jones&#8221;. Assim como você, também sou jornalista.<br />
Gosto de assistir Casos de Família não só por causa dos temas, mas também pela maneira como você conversa com os convidados. Sempre educada, gentil, carinhosa e coerente quando expõe sua opinião no fim do programa. Adoro o Dr. Hildo e a Dra. Anahi. Gosto quando eles dão aquele puxão de orelha bravo nos seus entrevistados. Percebi que, quando você não concorda com algo isso automaticamente fica refletido em seu rosto. Fica séria aos chamar os comerciais e não sorri como sempre faz.<br />
Gosto de sua postura perante o programa. Quando escrevi o livro Mulheres Jornalistas &#8211; Perfis, onde retrato o perfil de oito jornalistas não sabia sobre você, porque senão tentaria entrevistá-la também.<br />
Bom, me despeço<br />
Boa semana pra você<br />
beijos<br />
Patrícia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabiana Esteves Evangelista</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-512</link>
		<dc:creator>Fabiana Esteves Evangelista</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 22:04:36 +0000</pubDate>
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		<description>Momento e espaço oportunos para compartilhar este poema de Raimundo Correia:

Mal secreto

&quot;Se a cólera que espuma, a dor que mora
n´alma, e destrói cada ilusão que nasce,
tudo o que punge, tudo o que devora
o coração, no rosto se estampasse;

Se se pudesse, o espírito que chora,
ver através da máscara da face,
quanta gente, talvez, que inveja agora
nos causa, então piedade nos causasse!

Quanta gente que ri, talvez, consigo
quarda um atroz, recôndito inimigo,
como invisível chaga cancerosa!

Quanta gente que ri, talvez, existe
cuja ventura única consiste
em parecer aos outros venturosa!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Momento e espaço oportunos para compartilhar este poema de Raimundo Correia:</p>
<p>Mal secreto</p>
<p>&#8220;Se a cólera que espuma, a dor que mora<br />
n´alma, e destrói cada ilusão que nasce,<br />
tudo o que punge, tudo o que devora<br />
o coração, no rosto se estampasse;</p>
<p>Se se pudesse, o espírito que chora,<br />
ver através da máscara da face,<br />
quanta gente, talvez, que inveja agora<br />
nos causa, então piedade nos causasse!</p>
<p>Quanta gente que ri, talvez, consigo<br />
quarda um atroz, recôndito inimigo,<br />
como invisível chaga cancerosa!</p>
<p>Quanta gente que ri, talvez, existe<br />
cuja ventura única consiste<br />
em parecer aos outros venturosa!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Taís</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-511</link>
		<dc:creator>Taís</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 21:59:50 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Regina..tudo bem???
Muito lindo o poema...aliás como tudo neste blog!!!rs
E falando em lindo...não posso deixar de elogiá-la...hoje assisti ao seu programa e não pude deixar de notar como seus cabelos estão lindos...ficou muito bom o novo look!!!Parabéns!!!
Beijos
Taís</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Regina..tudo bem???<br />
Muito lindo o poema&#8230;aliás como tudo neste blog!!!rs<br />
E falando em lindo&#8230;não posso deixar de elogiá-la&#8230;hoje assisti ao seu programa e não pude deixar de notar como seus cabelos estão lindos&#8230;ficou muito bom o novo look!!!Parabéns!!!<br />
Beijos<br />
Taís</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcia Perez</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-509</link>
		<dc:creator>Marcia Perez</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 19:19:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-509</guid>
		<description>Olá Regina, olá a todos!
Pois é... Infelizmente ultimamente as pessoas têm se preocupado mais com a embalagem do que com o conteúdo.
Mulheres estão sendo mutiladas em mesas de cirurgia, e até perdendo suas vidas, em busca de uma silhueta perfeita. Rostos estão sendo desfigurados pelo botox. Meninas estão sendo literalmente consumidas pelo próprio corpo, anoréxicas, levadas pela insana obsessão em serem magras. Nem toda beleza que vemos na mídia é real. Hoje, esculpe-se a modelo perfeita dentro de um estúdio,  e vende-se esta ilusão em revistas e out-doors. Vejam que interessante este vídeo do you-tube:
http://www.youtube.com/watch?v=iYhCn0jf46U&amp;feature=related 

No final ele diz, em inglês mais ou menos o seguinte: “Não é a toa que temos uma percepção distorcida da beleza”.
Lembro-me de um comentário seu Regina, em um dos programas Casos de Família (desculpe, não me lembro das palavras exatas, mas sim da idéia) de que você se recusava a ceder aos apelos estéticos exagerados que têm sido impostos à sociedade. Saúde sim, tortura não. 
O grande encanto e beleza da vida é vivê-la em sua plenitude, é deixar aparecer os sinais do tempo, tão belos quanto a própria juventude. Podemos achar uma boca bonita, mas ainda mais belo é um sorriso. Podemos admirar olhos castanhos, verdes, azuis ou cor mel, mas prestemos atenção no “olhar”, este sim pode nos dizer tanto, sem emitir um som sequer.
O equilíbrio é a chave de todas as coisas.
Grande beijo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Regina, olá a todos!<br />
Pois é&#8230; Infelizmente ultimamente as pessoas têm se preocupado mais com a embalagem do que com o conteúdo.<br />
Mulheres estão sendo mutiladas em mesas de cirurgia, e até perdendo suas vidas, em busca de uma silhueta perfeita. Rostos estão sendo desfigurados pelo botox. Meninas estão sendo literalmente consumidas pelo próprio corpo, anoréxicas, levadas pela insana obsessão em serem magras. Nem toda beleza que vemos na mídia é real. Hoje, esculpe-se a modelo perfeita dentro de um estúdio,  e vende-se esta ilusão em revistas e out-doors. Vejam que interessante este vídeo do you-tube:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=iYhCn0jf46U&#038;feature=related" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=iYhCn0jf46U&#038;feature=related</a> </p>
<p>No final ele diz, em inglês mais ou menos o seguinte: “Não é a toa que temos uma percepção distorcida da beleza”.<br />
Lembro-me de um comentário seu Regina, em um dos programas Casos de Família (desculpe, não me lembro das palavras exatas, mas sim da idéia) de que você se recusava a ceder aos apelos estéticos exagerados que têm sido impostos à sociedade. Saúde sim, tortura não.<br />
O grande encanto e beleza da vida é vivê-la em sua plenitude, é deixar aparecer os sinais do tempo, tão belos quanto a própria juventude. Podemos achar uma boca bonita, mas ainda mais belo é um sorriso. Podemos admirar olhos castanhos, verdes, azuis ou cor mel, mas prestemos atenção no “olhar”, este sim pode nos dizer tanto, sem emitir um som sequer.<br />
O equilíbrio é a chave de todas as coisas.<br />
Grande beijo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Márcia Telles</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-508</link>
		<dc:creator>Márcia Telles</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 18:09:09 +0000</pubDate>
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		<description>Você é uma pessoa de grande valor.
Feliz Natal para você os teus e um ano de 2008  com muito sucesso.
Que Jesus te abeçoe muito!
 Márcia/BARRA MANSA/RJ.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você é uma pessoa de grande valor.<br />
Feliz Natal para você os teus e um ano de 2008  com muito sucesso.<br />
Que Jesus te abeçoe muito!<br />
 Márcia/BARRA MANSA/RJ.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lili</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-506</link>
		<dc:creator>Lili</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 13:56:30 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Regina,
Nossa, fiquei impressionada com esta oração, nunca a li antes e é realmente triste.
Me lembrei de um cantor/compositor, já falecido, que através das letras de suas músicas nos emocionava, pois sabíamos que aquela tinha sido a forma que ele encontrou de contar sua própria experiência. Este cantor que em suas entrevistas parecia uma pessoa um tanto esnobe nos mostrou atráves de suas músicas ser uma pessoa sensível, delicada e desiludida. Viu e viveu a vida a frente do seu tempo e talvez nem sequer teve alguém pra compartilhar suas emoções.
Enfim, essas são pessoas idealizadas por nós e que as vezes não somos capazes de enxergar que são pessoas que sofrem como nós pelos mesmos males ou até por coisas piores que nossa.
Adorei o texto, me fez pensar muito.
Beijos mil pra você e fique com Deus</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Regina,<br />
Nossa, fiquei impressionada com esta oração, nunca a li antes e é realmente triste.<br />
Me lembrei de um cantor/compositor, já falecido, que através das letras de suas músicas nos emocionava, pois sabíamos que aquela tinha sido a forma que ele encontrou de contar sua própria experiência. Este cantor que em suas entrevistas parecia uma pessoa um tanto esnobe nos mostrou atráves de suas músicas ser uma pessoa sensível, delicada e desiludida. Viu e viveu a vida a frente do seu tempo e talvez nem sequer teve alguém pra compartilhar suas emoções.<br />
Enfim, essas são pessoas idealizadas por nós e que as vezes não somos capazes de enxergar que são pessoas que sofrem como nós pelos mesmos males ou até por coisas piores que nossa.<br />
Adorei o texto, me fez pensar muito.<br />
Beijos mil pra você e fique com Deus</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bárbara</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-504</link>
		<dc:creator>Bárbara</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 07:26:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-504</guid>
		<description>Olá! 
É a segunda vez que entro nesse blog....nem sei como me comportar....rs é meio estranho escrever pra um &quot;artista&quot; qdo não se tem costume. Na primeira vez sugeri um tema falando sobre as MÃES DA SÉ nem sei se vcs lêem essas mensagens mas resolvi arriscar.... Minha mãe que assiste sempre o programa me põe a par dos temas....qdo posso assisto tbem, o q me chama atenção são os comentários e a sutileza das devolutivas que são dadas aos convidados....a impressão q fica é q eles tem duas chances de entender a &quot;mensagem&quot;, uma qdo o Psicologo(a) da sua visão dos fatos e outra qdo a Apresentadora reforça o que foi dito de uma maneira mto particular,(consegue ser sutil demonstrando as vezes, até certa irritação com a dinamica de alguns convidados....rs inacreditavel) e é ai q me pergunto!! será que você existe??? Tomara que sim, viu! Muita sorte!! e Obrigada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />
É a segunda vez que entro nesse blog&#8230;.nem sei como me comportar&#8230;.rs é meio estranho escrever pra um &#8220;artista&#8221; qdo não se tem costume. Na primeira vez sugeri um tema falando sobre as MÃES DA SÉ nem sei se vcs lêem essas mensagens mas resolvi arriscar&#8230;. Minha mãe que assiste sempre o programa me põe a par dos temas&#8230;.qdo posso assisto tbem, o q me chama atenção são os comentários e a sutileza das devolutivas que são dadas aos convidados&#8230;.a impressão q fica é q eles tem duas chances de entender a &#8220;mensagem&#8221;, uma qdo o Psicologo(a) da sua visão dos fatos e outra qdo a Apresentadora reforça o que foi dito de uma maneira mto particular,(consegue ser sutil demonstrando as vezes, até certa irritação com a dinamica de alguns convidados&#8230;.rs inacreditavel) e é ai q me pergunto!! será que você existe??? Tomara que sim, viu! Muita sorte!! e Obrigada!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana Espíndola</title>
		<link>http://reginavolpato.com.br/blog/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/comment-page-1/#comment-502</link>
		<dc:creator>Mariana Espíndola</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 01:00:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.reginavolpato.com.br/2007/12/08/nos-desacostumamos-a-ver-rostos-de-gente-normal/#comment-502</guid>
		<description>É impossível não se preocupar com a beleza nos dias de hoje, quando preciso sair o que me vem a cabeça é &quot;com que roupa irei&quot; ou &quot;que maquiagem usarei&quot;, acho que todos são assim por conta do julgamento alheio. Não é errado querer se sentir bonita, não é pecado se sentir bem após receber um elogio, mas é melhor ainda receber um elogio por ser um bom profissional, uma ótima mãe, um exemplo de ser humano. 
Pensar em usar uma roupa bonita e uma maquiagem legal pra ver &quot;aquela&quot; pessoa especial, pra que vc se sinta jovem e bonita apesar de todos os problemas é importante até certo ponto, quando a preocupação com a aparência começa a ultrapassar a beleza de ser alegre, de ter amigos, de estar na companhia de pessoas qua amamos deixa de ser saudável pra se tornar vício e até mesmo doença.
É essencial ter respeito a si mesmo, admirar a pessoa que se depara no espelho todos os dias pela manhã e ter amor a vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É impossível não se preocupar com a beleza nos dias de hoje, quando preciso sair o que me vem a cabeça é &#8220;com que roupa irei&#8221; ou &#8220;que maquiagem usarei&#8221;, acho que todos são assim por conta do julgamento alheio. Não é errado querer se sentir bonita, não é pecado se sentir bem após receber um elogio, mas é melhor ainda receber um elogio por ser um bom profissional, uma ótima mãe, um exemplo de ser humano.<br />
Pensar em usar uma roupa bonita e uma maquiagem legal pra ver &#8220;aquela&#8221; pessoa especial, pra que vc se sinta jovem e bonita apesar de todos os problemas é importante até certo ponto, quando a preocupação com a aparência começa a ultrapassar a beleza de ser alegre, de ter amigos, de estar na companhia de pessoas qua amamos deixa de ser saudável pra se tornar vício e até mesmo doença.<br />
É essencial ter respeito a si mesmo, admirar a pessoa que se depara no espelho todos os dias pela manhã e ter amor a vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

